LXVIII. Uma Paternidade e um Plano

1046 Words

As enfermeiras finalmente chegaram para me ajudar no banho e, deixando o banho, minha refeição já estava servida. Mia estava sentada na poltrona, bem quietinha. Voltando ao leito, as enfermeiras cuidaram do curativo, administraram o remédio e partiram após eu lhes agradecer. — Não sente frio? — Mia riu, se encolhendo. — Estou um pouco habituado a hospitais — ri. — Quer sentar aqui? — Estendi o braço para convidá-la. Ela não negou o convite e sentou ao meu lado. Dividi o cobertor e lhe abracei, descansando a cabeça em seu ombro. — Se for morar em casa, não pode ser assim e sabe, não? — Será bem difícil não visitá-la à noite — brinquei. — Ai, que horror! — Ela ficou acanhada. — Prometo não ser abusado. — Grazie… o que será que aconteceu com a irmã? Será que ela foi… sei lá… infecta

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