XXXIV. O Tal Complô

1085 Words

— Preciso que me dirija a um hotel, eu preciso de um banho. — Foi o que falei ao entrar no carro. — c*****o, Dan! Você está fedendo a mulher… Eu me sentei, encostando a cabeça e respirando fundo. — Enfim, eu levo! — Mark gargalhou, dando partida. Sonolento, acabei cochilando e acordei quando o carro parou. Olhando, estávamos no estacionamento de um motel. Mark estendeu a chave para mim. — Fica à vontade, capoletto. — Ele me disse. — Grazie! — Peguei a chave. — Roupas! — Ele pegou a bolsa que estava sobre o carona. — Não tem perfume… não se esquece de não molhar o cabelo. — Apesar de não praticar, ainda sei como faz — ri. Ele só gargalhou. Peguei a bolsa e fui ao quarto. Não saberia dizer o quanto estava relaxado. Ao fim, voltei ao carro. — Pelo que pude ouvir, queriam um De Luca

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