— Sarah passou aqui mais cedo e deixou uma pasta — disse a mãe. — Deve ser trabalho para hoje… não sei. Ela me acordou com café da manhã na cama. — Assim ficarei m*l-acostumado — ri. Olhando para a mesa de cabeceira, avistei a tal pasta. Pegando, tinha a foto de um rapaz, de aparentes vinte e três. Um pequeno documento falava sobre quem era o indivíduo. Um aparente filho de um capo inimigo. Muito festeiro, era conhecido por estar numa boate da cidade vizinha em todas as sextas-feiras… coincidentemente, era uma sexta-feira. — Preciso comer um pouco rápido para encontrá-la. — falei para a mãe. — Perdão, mas não posso me demorar! — Não é um problema. Tenha um bom trabalho e tome muito cuidado, tudo bem? — Ela beijou minha testa, sorrindo. — Sim, ma’am! — sorri-lhe. Realmente fui rápid

