LVI. Guerra Interna

1027 Words

Andreas voltou com o ponto eletrônico, bem sutil, e um prendedor de gravata que parecia em ouro branco. — Mantenha a comunicação conosco e não tire o prendedor da gravata. Através dele, conseguiremos saber sua localidade e ter uma visão limitada, claro, da sua posição. — Obrigado! Precisa de algo? — perguntei. — Não, senhor. Tudo está sob controle, os investimentos em nossas muitas pesquisas estão indo muito bem. Não somos nenhum Vale do Silício, mas podemos competir facilmente — sorriu, parecendo orgulhoso de seu trabalho. — Sem competição, por favor — ri. — Sabemos, senhor. A competição é… r**m aos negócios. — Exato. Agradeço. Terminei meu uísque e me levantei para apertar sua mão. Ele me acompanhou até a saída em silêncio e tomei meu carro para voltar para casa. Mais de metade d

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