A rota até o trabalho de Mia foi bem quieta. De braços cruzados, olhando para o lado, ela não estava contente mesmo! — Quando quiser ser honesto, fala comigo de novo… até lá, me poupe de sua falsa simpatia — falou quando chegamos. — Cazzo! — suspirei, olhando-a caminhar até a entrada do estabelecimento para começar a abrir. Não tinha ninguém para cuidar de sua guarda enquanto Magnos estava no hospital e isso me deixava muito intrigado. Permaneci no carro por cerca de meia hora, viajando na minha agenda telefônica e pensando quem assumiria o lugar de Magnos, sem desfalcar os postos e mantendo o sigilo. O toque no vidro do meu carro chamou minha atenção. Olhando na direção, era Mia. — Sei que posso chamar a polícia! — Foi o que ela falou com as mãos na cintura. — Não pode estacionar a

