Um trabalho chegou para eu fazer na ala leste da cidade. Tinha um grupo para rastrear e acompanhar pela noite, provavelmente sem muita ação. Beatrice não reagiu m*l quando o pai comunicou do trabalho no jantar. Arrumei-me e saí. Um conversível me esperava e Mark, nosso melhor motorista, era quem me esperava, parecia chofer. — Sera, Dan! — sorriu largo. — Como nos velhos tempos? Mark tinha trinta e era um primo distante. Não trabalhou tanto comigo, mas fomos bem próximos na adolescência. — Não tanto… hoje é dia de trabalho! — ri. — Falei com Mag e ele queria pagar uma moça para te sacudir — riu, abrindo a porta do carro. — Não aceitei… devo? — Lembra que estou noivo, não!? — perguntei, entrando. — Se você não contar, ninguém conta! — deu de ombros. — Quando começou esse complô para

