Aproximando-me da casa, ela tinha uma janela fechada, mas era possível observar o interior. A sala só tinha um sofá velho, onde estavam os pequenos, pareciam dormir. Alguns passos soavam no segundo andar. A madeira rangia tanto, parecendo que a casa desabaria em instantes. Mesmo que o coração estivesse prestes a sair pela boca, esperei. Pelos rápidos passos, me pareceu um único indivíduo. Demorou alguns instantes para o homem descer. Estava armado, mas não hesitei em disparar contra sua cabeça, acertando um dos tiros mais precisos da minha vida. Com a janela quebrada, entrei e verifiquei os meninos, atestando sua vida. Giuseppe me olhou de soslaio e sorriu. — Bom trabalho! — elogiei, pegando Victorio. — Agora, preciso que fique ali no canto abraçado com seu irmão até conseguirmos lida

