XVII. Uma Cidade Triste

1024 Words

O silêncio imperou por algum tempo, mas ela o quebrou: — Não tem ninguém por você… ou alguém que ame? — Tenho minha mãe que amo muito — sorri largo. — Tenho dois irmãos mais novos… gêmeos… têm nove e são minha razão de viver… se volto para casa, hoje, é por eles. — Devem ser lindos! — sorriu largo. — Adoro crianças! Costumava cuidar das crianças dos vizinhos… era maravilhoso. — Minha maior tristeza é ver esse mundo… eles são pequenos… o mundo é tão infeliz — lamentei, suspirando — e nada posso fazer para entregá-los um mundo melhor. — Tenho certeza que não é um mundo tão r**m, talvez você precise de um tempo no interior! — aconselhou, rindo. — Talvez, Mia — assenti com a cabeça, pensativo. Acabei passando o resto do dia na cafeteria. Ela se provou uma ótima companhia. Quando o fort

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