— Nosso filho será lindo! — dizia Beatrice. — O pequeno herdeiro que eu tanto queria… finalmente tenho… Podia vê-la acariciar a barriga e me olhar, venenosa. — Argh, desgraçada! — gritei, socando o saco de boxe. A melhor forma de lidar com aquela insanidade era descarregando a raiva em algo. Feliz ou infelizmente, eu não tinha trabalho naquele dia — ninguém seria estragado. O único refúgio que me restava era a academia no segundo andar. O local era grande, tinha equipamentos, um espaço vazio para os meninos treinarem artes marciais e um canto reservado para as descargas de raiva. — Podemos dá-lo o nome de seu pai… ou até o nome de Ashley… se for menina! — Tive seu maldito sorriso pintado em minha mente. Outros muitos socos foram necessários para apagar aquela insana ideia de minha me

