Victor De Santi

775 Words
Eu sempre tive tudo o que queria. Dinheiro, festas, luxos, carros importados e claro, muitas mulheres. Na verdade, eu nunca tive que me esforçar para ir para cama com nenhuma mulher, elas já se esfregavam em mim, só ao me ver em alguma festa ou qualquer outro lugar. Na cama, elas sempre se impressionam com meu p*u grande e minha f**a forte, que deixa qualquer uma gemendo alto e querendo mais. Elas sempre querem mais, mas elas sabem da minha fama, todas sabem que eu não me prendo a nenhuma, comigo é só sexo sem compromisso. Mas, eu sei que a vida de um mafioso não é feita só de coisas boas. Existem certos "negócios" que eu e minha família cuidamos todos os dias. Lidar com os inimigos sempre é difícil, especialmente aqueles imundos dos Petrovich que estão sempre ameaçando nossa paz e acham que são os donos da cidade. Há uma semana meu pai, o patriarca da família, morreu de câncer. Segundo a tradição da família, eu tenho que me casar para tomar controle da minha herança e assumir o lugar dele. Eu achei essa tradição uma merda mas como não tá no meu poder mudar isso, então eu vou ter que me casar. Resolvi que ia me casar com qualquer mulher no mínimo bonita, que me olhasse com t***o, por mais que eu descartasse ela depois. O que realmente importa para mim é pegar minha herança logo. Até que uma noite, eu estava entediado de ficar em casa e fui para um dos cassinos pertencentes à minha família. O lugar estava cheio de gente e logo que eu entrei chamei atenção de muitas mulheres, que começaram a olhar para mim. Típico. Pedi o uísque mais caro e fiquei bebendo em pé, sozinho. Fiquei olhando ao redor, até que avistei uma garota muito gostosa limpando uma mesa. Ela estava vestida com um avental verde, então logo vi que devia ser uma garçonete do bar. Mas, ela era muito bonita para ser apenas uma garçonete. Fiquei imaginando se ela não estava fazendo um ensaio fotográfico como garçonete ou algo do tipo, porque ela parecia uma modelo. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Cada movimento seu, me fazia imaginar tudo o que eu podia fazer com ela, em cima de uma cama... Ela parecia tão… deliciosa. Comecei a ser tomado por um desejo ardente em possuí-la, só olhando para ela de longe. Tinha algo nela que me atraiu como mais ninguém. Fiquei pensando se era certo eu me interessar por alguém de classe social tão baixa, mas ela realmente chamou minha atenção. Então, depois de alguns minutos, ela percebeu meu olhar e olhou em minha direção. Nossos olhos se encontraram e ela me encarou durante alguns segundos. Eu sei que poderia estar a assustando, mas eu continuei olhando, era mais forte que eu. Sempre gostei de tomar a iniciativa e ter o controle de tudo, apesar de muitas mulheres chegarem em mim tão rápido que nem tenho tempo de reação. Eu decido me aproximar dela, para convidá-la para um lugar mais privado, ela obviamente ia gostar e aceitaria na hora. Afinal, ela é apenas uma garçonetezinha, não pode recusar um convite de um cara rico e sexy como eu. Eu: não sabia que nesse cassino tinha garçonetes tão gostosas assim…ou você é a única? Eu esperava ver um sorriso de felicidade, mas aconteceu o contrário. Ela ficou séria, escondeu o seu olhar do meu e respondeu: "desculpe senhor, o que deseja?" Eu: não precisa falar assim, eu não sou seu chefe, por enquanto. Trabalha aqui há muito tempo? Ela: não, faz um mês… Eu: sabe quem eu sou? Perguntei isso apenas por perguntar, mas sabia que ela responderia que não. Na verdade, ninguém sabia a identidade de alguém da máfia, isso é um segredo. Ela olhou para mim, sem dizer nada. Os seus olhos eram muito bonitos. Olhando de perto daquele jeito, ela ficou ainda mais linda. O desejo dentro de mim cresceu ainda mais. Eu precisava experimentar cada parte do corpo daquela mulher. Ela era diferente de todas as outras mulheres que eu já tinha visto. Então, resolvi ir direto ao ponto. Toquei no seu ombro macio, aproximei minha boca do seu ouvido e falei, baixinho. Eu: o motel é por minha conta, você vai gostar, lá eu te mostro quem eu sou. Assim que terminei de dizer isso, senti um tapa na minha bochecha e uma ardência começou a invadir meu rosto. Olhei para ela, chocado e com raiva. Em nenhuma hipótese eu esperava aquela reação, aquilo foi completamente novo para mim. Quem essa garçonete pensa que é!?
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