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De volta ao Morro

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intro-logo
Blurb

Bia e Alemão passaram por muitos perrengues até conseguirem viverem felizes com sua família. Ele era o dono do morro da fé no complexo da Penha, mas ele entregou o morro agora seu melhor amigo, Juninho, e foi viver na Itália ao lado de Bia, quem ele tanto ama e construiu sua família, agora ele está no comando da máfia italiana juntamente com Giovanni, pai de Bia, mas para se tornar um mafioso ele teve que esquecer que era o Alemão do morro e viver como Gabriel, no começo foi muito difícil para ele deixar de ser o Alemão, mas Gabriel é inteligente e aprendeu a ser um grande mafioso com Giovanni. Alemão achou que nunca mais voltaria para o morro, mas tudo mudou quando, Juninho seu melhor amigo foi atacado, Alemão teve que voltar ao morro para ver seu amigo, e assim que ele chega é avisado que será o próximo, com alguém querendo o machucar e tentando roubar o morro, Alemão irá ficar para descobrir quem é a pessoa que quer vingança. Será que Alemão irá conseguir descobrir quem quer atacá-lo e vai conseguir se livrar dessa vingança?

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1º Capítulo
* Gabriel Narrando Minha vida está completamente diferente, eu levo uma vida de empresário durante o dia na empresa de Giovanni, ele tem uma empresa mobilista na Itália, os carros têm que passar pela aprovação dele para serem fabricados, aprendi muito sobre carros e motores trabalhando aqui com ele. A noite eu sou um mafioso, ajudo Giovanni com o tráfico de armas, munições e drogas, e tudo está ocorrendo muito bem. Aqui sou conhecido como Gabriel, tive que deixar de ser Alemão, o dono do morro da fé, agora eu sou só Gabriel todos só me chamam assim agora, até Juninho acabou se acostumando de me chamar pelo nome, só Bia que me chama pelo meu apelido, Biel, soa tão sexy quando ela me chama assim, fico logo com vontade de devorar ela. Não vou dizer que eu não gosto de ser o Gabriel mafioso, eu gosto, e gosto mais ainda quando tenho que interrogar traidores, a melhor parte é quando estou usando um canivete. Hoje estou indo mais cedo para casa, Analu e Arthur pegaram uma virose e não param de vomitar, Bia chamou o médico da família para atender eles em domicílio, Analu a Bia conseguiu segurar sozinha, mas Arthur não deixa ninguém encostar ele, meu moleque é brabo e ainda gritou com o médico falando que ia socar a cara dele, então Bia me ligou e pediu que eu fosse em casa ajudar ela, pois nem Yolannda conseguiu segurar o moleque. Chego em casa e junto com Giovanni, ele veio ver como eles estão, daqui da garagem eu escuto os berros de Arthur. - Me sota vovó. – Ele grita, o mais engraçado que Arthur não chora, ele só grita de raiva. - Meu amor, é remédio para você ficar bom. – Ouço Yolanda falar assim que eu entro. - Eu vo da um tilo se ele chegar peto de mim. – Ele grita. - Ei meu moleque, o que está acontecendo? - Questiono indo até ele. - Ele papai, que machucar eu, vo mata ele. – Diz olhando para o doutor com raiva. - Vem com o papai. – Falo e pego ele no colo. – Ele não quer te machucar meu moleque, ele só vai fazer seu dodói da barriga passar, você não está com a barriga dodói? – Pergunto para ele. - Dói papai. – Diz colocando a mão na sua barriguinha. - Então vamos mostrar a esse moço feio que meu moleque é um homem bonito e corajoso, você vai deixá- lo colocar o remedinho aqui para seu dodói passar, está bem? – Falo me sentando para o doutor tirar o sangue dele e aplicar as medicações. - Tá bem papai, nem vo chola, Anau cholo muito papai. – Diz apontando para Analu que estava deitada no colo de Bia, minha menina está muito abatida. O doutor segura no braço de Arthur e tenta fazer ele sorrir, coitado, meu querido a mãe dele passo o dia tentando arrancar um sorriso dele e não consegue, se a mãe não consegue, não vai ser você que vai enfiar uma agulha no braço dele que vai conseguir. Arthur fica olhando com cara de bravo para o doutor, até ele terminar. - Nem doeu papai, viu nem cholei. – Diz me olhando. - Viu, o papai disse que não iria doer. – Falo me levantando com ele no meu colo. - Esse moleque é a cópia do pai, só olha para os outros de cara fechada e ainda diz que vai matar. – Yolanda diz se sentando no sofá nos fazendo rir. - Vou levar os exames deles para a análise, vou pedir que uma enfermeira venha para ficar aqui de olho na Analu, a meu ver ela está bem fraca e desidratada, vou deixá- la no soro. – Diz o doutor. Coloco Arthur no chão e ele corre para brincar com Lorenzo, só Analu que continua deitada no colo de Bia. - Oi princesa do papai, ainda dói sua barriguinha filha? – Pergunto e ela confirma com a cabeça fazendo biquinho. Analu não queria sair do colo de Bia de jeito nenhum, então Bia ficou com ela o tempo todo, mesmo ela já estando bem melhor depois de tomar duas ampolas de soro, Bia adorar mimar a Analu e a Analu adora ser mimada pela Bia, as duas são uma dupla perfeita de mãe e filha. Quando Analu dormiu eu peguei minha menina no colo e levei ela para seu quarto, Arthur pelo que parece depois das medicações está bem melhor, nem parece que estava vomitando, ele já jantou e não vomitou e não para de correr pela casa, e isso é muito bom, agora só falta a minha princesa melhorar cem por cento, ela depois de tomar os dois soros que o médico passou, ficou bem melhor, ela jantou e não vomitou, mas precisa ficar mais fortinha e assim que ela melhorar vou levar ela no shopping como me pediu. Arthur estava com a corda toda, falei para Bia que ela podia ir descansar que eu ficava com meu moleque até ele dormir, pois Analu já dormiu e agora ela só acorda amanhã. Consegui fazer Arthur dormir, e tenho que admitir, o moleque não sossega, coitada de Bia, preciso contratar outra babá e levar minha mulher para se distrair ou essas crianças vão fazê- la enlouquecer, as crianças não, Arthur, pois Analu é bem quietinha, mas o Arthur vale por dois. Entro no quarto e vejo Bia deitada mexendo no celular. - Minha linda, ainda não dormiu? – Questiono indo até ela e dando um selinho. - Não consigo, Elisa não para quieta, ela está trocando a noite pelo dia. – Fala e alisa sua barriga de sete meses. - Ei princesa do papai, deixa a mamãe descansar. – Falo me deitando ao seu lado e beijando sua barriga. - Mas eu agora não quero descansar. – Fala e morde seus lábios. - O que você quer minha linda? – Questiono mesmo já sabendo o que ela quer. - Você. – Fala se levantando e se sentando em meu colo colocando uma perna de casa lado. - Safada. – Falo. - Biel, você não me toca tem três dias, três dias, eu estou ficando maluca. – Disse. - Minha linda, eu estou me controlando, você está grávida de sete meses, vai que isso não faz bem para a nossa Elisa. - Gabriel, eu estou grávida e não doente, e sexo durante a gestação ajuda muito na hora do parto, quer me ajudar a parir sua filha? Então me fo.de. – Diz se esfregando no meu p.au. Olho para os seus lábios e ataco sua boca sugando com vontade, sua língua me invadiu intensamente com um beijo voraz, minhas mãos passeiam pelo seu corpo com possessividade, ela sabe que sou intenso, e ela adora essa intensidade, subo minha mão alisando todo seu corpo até chegar em sua nuca, entrelaço minha mão em seus cabelos e intensifico nosso beijo, de vez e outra chupando seus lábios. Meu p*u já estava completamente duro, e ela completamente ensopada para mim, só paramos de nos beijar para eu arrancar seu baby doll que era a única peça que ela estava vestindo, a safada já estava sem calcinha. Tiro o baby doll de seu corpo e ela se levanta somente para eu retirar minha bermuda juntamente com minha cueca, eu já estava sem blusa, em casa eu não uso blusa, e quando eu tiro ela volta a se sentar em meu colo roçando sua i********e ú.mida em meu mas.tro, volto a beijar sua boca com a mesma intensidade que antes. - Isso tudo é vontade minha linda? – Pergunto sem parar de beija- lá. - Você não tem ideia, do quanto eu te quero, me come logo Biel. – Sua boca ainda estava na minha. - Eu estou louco para estar dentro de você. – Falo e passo minha mão em sua bu.ceta e ela estava toda lambuzada só me esperando. Puxo sua cabeça um pouco para trás abrindo espaço para eu me afundar em seu pescoço e chupar e beijar sua pele macia. Ela segura meu mastro e vai sentando se encaixando fazendo meu p.au entrar em sua bu.ceta. - Gostosa. – Sussurro descendo meus lábios pelo seu colo até chegar aonde eu almejava, seus s***s, abocanho um e com a mão brinco com o outro. Com meu p.au dentro dela sinto ela contrair sua i********e apertando meu m****o. - Haaa Bia. – Acabo gemendo com seu seio em minha boca, não tinha como não gemer, essa filha da pu.ta apertou meu p.au com sua in.timidade me deixando louco de t***o. Ela percebeu que eu gostei e fez de novo, ela apertava e soltava meu p.au. - c*****o Bia, que delícia, assim eu vou gozar. – Falo depois de superar de t***o, e sinto ela fazer de novo, dou um tapa em sua bun.da. - p***a, Bia, que bu.ceta gostosa. – Minha respiração já estava falhando, meu peito subia e descia de tanta excitação, eu tento controlar meus gemidos, mas Beatriz está acabando comigo, ela está ficando mais safada do que nunca na cama. Sinto meu p.au ser apertado mais uma vez, fazendo ela receber outro tapa na bu.nda e eu recebendo um lindo orgasmo gozando sem segurar meus gemidos, g**o gemendo como um leão, com a boca aberta sentindo todo meu prazer sendo liberado dentro dela, ela fica olhando enquanto g**o dentro dela, a safada queria me fazer gemer assim para ela. Inverto nossas posições na cama ficando por cima dela, meu p*u ainda estava dentro de sua bu.ceta, seguro suas duas mão em cima da sua cabeça, e beijo meu pescoço com possessividade - c*****o, você me descontrolou com essa b****a gostosa, parecia que estava quicando no meu p.au. – Digo. - Essa era a minha intenção, te deixar maluco para você me fo.der com força agora. – Disse. - Pode ter a certeza de que eu vou.  – Falo e começa a penetrar nela com força, ela envolve suas pernas envolta de minha cintura enquanto eu me.to nela, alisando e apertando sua coxa. Saio de dentro dela e a puxo para a ponta da cama, fico em pé enquanto penetro dentro dela novamente. - Haaa amor, hummm Biel. – Ela geme. - Que b****a apertada, parece que é sempre nossa primeira vez, gostosa. Seguro em sua cintura e começo a meter com mais força, seus gemidos eram altos, solto uma de suas mãos de sua cintura e lhe acerto um tapa na lateral de sua bu.nda. - Gostosa, vou te comer até sua bu.ceta não aguentar mais. – Digo e vejo ela chegar em seu ápice, dou mais algumas investidas e chego no meu me liberando dentro dela novamente. Caímos na cama ofegante devido ao que acabamos de fazer, ela vira de frente para mim, eu coloco uma mexa do seu cabelo atrás de sua orelha e dou um selinho. - Eu te amo minha linda, sou completamente apaixonado por você. – Falo. - Eu te amo muito, sei que você agora é só o Gabriel, mas para mim você será sempre meu Alemão. – Ela fala sussurrando para mim, me fazendo sorrir, não vou mentir, estou com saudades de ser o Alemão.

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