CAPÍTULO OITO: O CAMINHO PARA LAKESIDE.

858 Words
CHRIS. Eu tinha me afastado para dar espaço para a Amber. Eu esperava que ela já estivesse começando a sentir minha falta agora. Eu tentei falar com ela no funeral da Mary, mas ela estava ocupada. Decidi ir até a casa dela mais tarde e vê-la. Quando cheguei lá, a casa estava escura e trancada. Havia um letreiro de alugar na frente. Senti uma onda de esperança. Talvez isso significasse que ela tinha voltado para a minha casa. Corri para casa, imaginando a Amber lá me esperando. Comecei a negociar "Deusa, deixe ela estar lá, deixe ela me perdoar e juro que nunca mais vou tocar na Kim" Me senti um i****a e um i****a depois de me deixar seduzir por ela novamente na outra noite, mas tive que admitir que aproveitei cada segundo. Era uma memória que eu revisitaria quando estivesse sozinho e com t***o, mas não permitiria que eu fosse para lá novamente com a Kim. Cheguei em casa e abri a porta com esperança. "Amber, amor, você está aqui?" Chamei, mas fui recebido com silêncio. Claramente, ela não estava aqui. Fechei a porta e exclamei em voz alta para a Deusa "bom, obrigado por nada". Afundei no sofá, percebendo o que isso significava. Se ela não está lá e não está aqui, então ela foi embora. AMBER. Eu tenho dirigido desde que saí. Só parei uma vez para abastecer o tanque e usar o banheiro. Acho que não estou longe de Lakeside agora, mas está escuro e estou lutando para manter os olhos abertos. Estava em uma estrada larga cercada por árvores. Eu pensei que seria mais seguro parar e dormir do que arriscar continuar hoje à noite. Além disso, eu não conheço Lakeside, então seria melhor chegar de manhã quando eu pudesse pedir direções para alguém. Peguei o travesseiro e o cobertor que eu tinha colocado em uma sacola no banco do passageiro, apenas no caso de precisar deles. Liguei minha lanterna a bateria e a coloquei no painel. Não vi nenhum outro veículo por um tempo, mas é melhor prevenir do que remediar. Assim, se um carro passar, eles poderão me ver. Não quero ser atropelada. Aconcheguei-me e estava prestes a dormir quando ouvi o som de lobos uivando ao longe. De certa forma, achei reconfortante, e não demorou muito para que o sono me dominasse. Ainda podia ouvir o uivo em meus sonhos, mas parecia muito mais perto. Eu estava na floresta, correndo. mas não estava com medo. Podia sentir o vento nos meus cabelos e o chão sob meus pés. Parei para ver um lobo grande preto e branco na minha frente. Era maior do que qualquer lobo que eu já tinha visto antes. Olhei mais de perto e vi que ele tinha olhos de cores diferentes, um era azul pálido como gelo e o outro era um azul-marinho profundo. Não tinha certeza se deveria ter medo ou não. Fui acordada do meu sonho por um caminhão passando. Agora estava clareando. Desliguei a lanterna e saí para esticar as pernas. Procurei um arbusto, pois minha bexiga precisava urgentemente ser esvaziada. Quando terminei, voltei para a estrada. Cerca de trinta minutos depois, encontrei uma placa sinalizando que eu tinha chegado a Lakeside. A estrada agora estava muito mais estreita. Ainda havia árvores dos dois lados. Parecia tranquilo aqui. Parecia estar a milhas de distância das estradas movimentadas da cidade. Vi uma barreira metálica que atravessava a estrada. Havia uma pequena cabana, bastante próxima à beira da estrada. Conforme me aproximava, um homem emergiu e sinalizou para que eu parasse. Abaixei a janela e me inclinei para ver o interior. "Bom dia, senhorita, posso perguntar qual é o seu negócio aqui em Lakeside." Sua voz era profunda e alegre. Me apresentei e expliquei que estava me mudando para Lakeside e que possuía uma propriedade aqui. Ele parecia confuso e tenho certeza de que ele tentou me cheirar. Mostrei a ele os documentos para mostrar que estava dizendo a verdade. Ele se levantou e levantou a barreira. Acenou para eu seguir meu caminho, ainda parecendo incerto. Segui em frente pensando como é estranho uma cidade ter um guarda. Bem, pelo menos é seguro aqui. Dei de ombros. SAM. Baixei a barreira novamente quando o carro passou. Me sentia desconfortável. É muito raro termos visitantes inesperados aqui. Já havia enviado o caminhão de suprimentos mais cedo hoje e não estava esperando mais ninguém. Então fiquei surpreso ao ver o carro vermelho dela se aproximando pela estrada. Eu imaginei que ela provavelmente estava perdida, mas ela tinha afirmado que estava se mudando para cá, até tinha a papelada para comprovar. Talvez o Alpha tenha esquecido de me dizer que tínhamos uma nova chegada na cidade. Embora eu não saiba por que ele teria permitido isso. Lakeside não é uma cidade normal. É uma matilha de lobisomens, e aquela garota não cheirava como um lobo. Embora ela também não cheirasse totalmente humana. Eu esperava ter feito a coisa certa ao deixá-la entrar. Ela tinha documentos de propriedade, então com certeza o Alpha deve saber que ela está chegando, certo? Droga, melhor avisá-lo sobre ela só para garantir.
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