CAPÍTULO TRINTA E SETE: ESPALHANDO AS CINZAS.

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AMBER. Ajoelhei-me diante dos túmulos dos meus pais e coloquei as flores. Eu tinha escolhido um monte de belas flores silvestres do meu jardim antes de sair. Fiquei ali por um tempo, aproveitando a paz e o silêncio. O ar estava doce e a brisa fresca da noite estava maravilhosa. Deitei-me e olhei para a lua cheia brilhando sobre mim. Senti algo se mexer dentro de mim por um segundo. Sentei-me suspirando. Era hora. Tirei um dos recipientes da minha bolsa e espalhei cuidadosamente as cinzas de Mary sobre os túmulos. Acabei de terminar quando ouvi um barulho ao longe. Parecia o barulho de um galho se quebrando. Olhando ao redor, meus olhos se fixaram em uma forma escura à distância. Focando nisso, pude apenas distinguir o contorno do lobo. Ele estava se misturando às sombras, imóvel, apenas o

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