Dulce Durante todo o caminho até a casa de Christopher, Bernardo me fez várias perguntas sobre o que conversaríamos e os motivos de Christopher estar em seu apartamento e não em minha casa. — Tudo vai ficar claro logo. — falei no tom mais sereno possível. — Desse jeito eu vou morrer de ansiedade! — declarou. Eu sorri de lado e acariciei sua cabeça. — Vai ficar tudo bem, eu prometo. Finalmente estávamos de frente para a porta do apartamento dele. Tomei fôlego e toquei a campainha, que foi atendida em poucos segundos. Ele nos deu um sorriso fraco, como se ainda estivesse tentando aceitar que aquilo iria mesmo acontecer. — Papai! — Bernardo correu para abraçá-lo. — Oi, meu amor! — Christopher o colocou no colo. — Como foi o jantar com o seu tio? — Muito bom, ele é muito legal

