Christopher Estava sozinho em minha sala, quando a porta foi aberta e Dulce entrou. Ela cruzou os braços e me olhou da forma mais séria possível. — Tudo bem? — perguntei. — Não. — Qual o problema? — A sua assistente é o problema! — Dulce, pelo amor de Deus... — revirei os olhos. — De novo com essa implicância? Ela respirou fundo, tirou uma folha de papel de dentro do bolso de seu casaco, o abriu e colocou sobre a minha mesa. Era um desenho meu. Franzi a testa totalmente confuso, mas a letra "F" usada como assinatura no fim da folha deixou tudo claro. — Ela me desenhou? — Sim. — Dulce me olhou como se esperasse que eu dissesse que ela estava coberta de razão. — E daí? — indaguei despreocupado. — Como assim "e daí?"? — berrou com indignação. — Ela está obcecada por voc

