CAPÍTULO 106 MONIQUE NARRANDO Saímos do restaurante de mãos dadas, e eu ainda sentia o coração acelerado depois de ter conhecido o Tufão. Era como se o peso daquele encontro tivesse marcado meu lugar de vez ali. O sol já tava mais baixo, dourando as vielas, e cada passo que eu dava ao lado do Tubarão me fazia perceber o quanto ele dominava aquele espaço. Ele abriu a porta do carro pra mim de novo, e eu entrei, rindo baixinho. — Você faz parecer que eu sou uma princesa de verdade… — Mas cê é, p***a — ele respondeu firme, dando a volta e entrando do meu lado. — Minha princesa. O motor roncou baixo e a gente começou a subir de novo o morro. Eu encostei a cabeça no banco, olhando pela janela, mas não demorou pra perceber que Tubarão fazia questão de me mostrar cada canto. — Aqui, ó — el

