25- MADRUGADA

1113 Words

CAPÍTULO 25 ALINE NARRANDO Saí daquele balcão com o sangue fervendo. O salto batendo forte no chão, o coração disparado e a cabeça a mil. Quem esse cara pensa que é? Hein? Quem ele pensa que é pra vir mandar em mim, falar daquele jeito, segurar no meu braço como se tivesse algum direito? Maldito Cabuloso. Só de lembrar da cara dele, do cheiro, da voz baixa no meu ouvido, me dava vontade de voltar lá só pra estapear. Ou beijar. E isso me deixava ainda mais p**a. Porque eu não podia sentir isso. Não por ele. — Bora, Adri… já deu pra mim — falei firme, parando do lado dela na pista. — Ué? Mas cê tava tão animada… o que rolou? — ela perguntou, já pegando a bolsa. — Nada demais. Só cansei mesmo. Tô com dor de cabeça — menti, forçando um sorriso. Ela me olhou de canto, com aquela cara de

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