Cap. 6

637 Words
Dia seguinte ... Cerol narrando: 7h da matina, tô na ativa sempre, pois a qualquer momento pode ter invasão e nós tem que tá ligado, já avisei pro meu povo do morro, não quero que ninguém tome uma bala perdida, meu povo em primeiro lugar aqui. Chego na boca 4, faço toque com a rapaziada e entro na salinha e o mano TH tá com uma mina lá. TH- Opa irmão, quer que eu chame a Taís amiga da Samira? Cerol- se liga aí, tá ligado que nós tem que tá atento, rala daqui p*****a e vamo conversar aqui eu e você TH. -fechei a porta e me sentei na cadeira e ele se sentou em outra. TH- qual foi? não pode nem relaxar um pouco? Cerol- relaxar? nós tá com ameaça de invasão e tu tá curtindo, enquanto eu tô me fudendo preocupado com meu morro p***a, se liga que tu é o sub-dono c*****o, depois que nós resolver essa parada você pode curtir tranquilo irmão, mas enquanto isso vamo agilizar nossos corre, tem que pegar mais armamentos, já tem novos vapores e eu quero todos treinando, tá ligado? TH- foi m*l, tava mó estressado mas agora tô ciente do erro, vou passar lá na boca 2 agora pra falar com o Alê pra ele chamar os vapores pra treinar, de lá vou pegar mais armamentos. -fizemos o toque e ele saiu. -Horas depois- Fiquei na boca até diminuir mais o movimento, Alê chegou e fizemos toque. Cerol- ae, fica de olho aí, vou passar lá em casa pra ver como minha irmã tá, firmeza? Alê- tranquilo, pode ir mano. Peguei minha CBR 1000RR, e cantei pneu. Chego em frente da minha casa, entro e tá tudo muito silencioso, dá logo um medo, vem logo as memórias do meu pai, da minha mãe. Subo correndo pro quarto da Gabriella, me deparo com ela dormindo abraçada com uma foto da nossa família, saio do quarto pra não acordar ela, vou pro meu quarto (suite) e entro pro banheiro, tomo um banho meio demorado, coloco uma bermuda de moletom e vou pra varanda, coloco uma música do Ret e fico ali fumando um baseado. Gabriella bate na porta e eu respondo: Cerol- Entra aí maninha Gabi- tava com saudades já. -falou me abraçando e pude sentir uma lágrima caindo no meu braço. Cerol- tá chorando por causa de que maninha? Gabi- tava me sentindo sozinha, com medo, sabe? eu não quero te perder, não posso, você é minha família, meu tudo, meu irmão lindo que amo. -chorou mais ainda. Cerol- não vai me perder não, cê já viu eu perdendo pra alguém aqui? .- ela balança a cabeça negativamente. - Não né? então fica sussa maninha, você tem que se cuidar, não saia por nada do morro até a poeira abaixar, os vapor tão aí de guarda pra nada de r**m te acontecer enquanto eu tiver na boca, tá ligada? mas não saia de casa, se quiser alguma coisa eles compram pra você, suave? Gabi- tá irmão, obrigada por ser tão bom pra mim, te amo muito. -falou, me abraçando mais forte. Cerol- tô aqui sempre princesa, vou te proteger, e olha, você tá ligada naquele closet? Gabi- o do meu quarto? Cerol- esse mesmo, você vai entrar nele e vai ter uma porta atrás de onde fica teus bagulho lá, não dá muito pra ver, só quando tu afastar bem as roupas. Gabi- sério? eu nem sabia que tinha Cerol- mandei construir faz um tempo, quero proteger minha única família, mas é isso, tu vai entrar na porta e tranca bem, tá ligado? eu não vou precisar bater na porta, porque eu já tenho a cópia da chave. Gabi- certo maninho, se cuida por favor, tô com muito medo mesmo, só peço a Deus que te proteja.
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