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A Obsessão do Contador

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intro-logo
Blurb

Thiago é o exemplo perfeito de eficiência: um contador impecável em uma prestigiada firma jurídica, mestre em organizar números e esconder sentimentos. Mas quando o relógio marca meia-noite e as luzes se apagam, as planilhas dão lugar ao brilho do monitor. Sob o codinome de um doador generoso, ele é o seguidor número um de um canal adulto que é sua mais secreta — e cara — obsessão.

Arthur é o rosto (ou parte dele) por trás da máscara. Criador de conteúdo de sucesso, ele exala confiança e virilidade diante das câmeras, mas odeia profundamente o seu seguidor mais fiel. Para Arthur, aquele fã é um "sabichão" intrometido que tenta ditar as regras de suas lives através de doações exorbitantes.

O que nenhum dos dois imagina é que o destino tem um senso de humor ácido. Quando a agência de Arthur entra na mira de uma auditoria fiscal rigorosa, Thiago é o profissional escalado para colocar as contas do "bad boy" em ordem.

Agora, o homem que Arthur detesta virtualmente, é o mesmo que detém o poder sobre suas finanças na vida real. Entre reuniões sérias de terno e gravata durante o dia e lives picantes durante a noite, a linha entre o profissional e o proibido começa a desaparecer.

Até onde Thiago conseguirá esconder que, o contador que organiza os impostos de Arthur é o mesmo fã que conhece cada centímetro do seu corpo?

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Prólogo
Thiago O brilho azulado do monitor era a única coisa que iluminava o quarto de Thiago. Eram duas da manhã. Na mesa, uma xícara de café frio repousava sobre uma pilha de relatórios de auditoria que ele deveria ter terminado há horas. Mas Thiago não conseguia focar em ativos e passivos. Não quando o Viking estava prestes a entrar ao vivo. Thiago ajeitou os óculos, o coração disparando quando a notificação brilhou na tela: “Viking está online. Venha já explorar." Ele rapidamente fez o login. Na plataforma DeepLust, ele não era o contador júnior que pedia desculpas por tudo. Ali, ele era o Petitgattô. A câmera focou. Arthur — ou melhor, Viking — estava sentado em uma cadeira de couro, vestindo apenas uma regata preta que marcava cada músculo de seus braços. A máscara de metal n***o, escondia seus olhos, mas o sorriso de canto, aquele que Thiago conhecia melhor que o próprio saldo bancário, estava lá. — Boa noite, meus súditos — a voz de Viking era um trovão aveludado que fez Thiago estremecer. — Quem vai ser o primeiro a me convencer a tirar esse excesso de roupa? Thiago não hesitou. Seus dedos voaram para o teclado. Ele já tinha as "Krowns" — a moeda oficial da plataforma — carregadas. [Petitgattô enviou 5.000 Krowns] Mensagem: "Eu te acho um gostoso, mas acho que você já sabe disso. Tira logo essa camisa. Agora." Viking soltou uma risada baixa, inclinando-se para a câmera. Ele leu o nome na tela e negou levemente com a cabeça. — Petitgattô... você de novo? — Viking passou a língua pelos lábios, um gesto puramente calculado. — Tão apressadinho, meu doce. A noite m*l começou. Vou tirar bem devagar para você desgustar, ok, meu doce? Calma. Um rei só se despe por inteiro quando o tributo está à altura da sua... elegância. Thiago sentiu o rosto queimar. Ele amava quando Viking o notava, mas odiava o tom de superioridade que o streamer usava com seu codinome. Ele estava pronto para descarregar mais 5.000 Krowns e garantir que o show fosse só seu, quando o alerta de doação máxima ecoou pelo quarto. Um som de trombetas épicas. A tela brilhou em dourado. [LordHades enviou 20.000 Krowns] Mensagem: "Ignore o gatinho apressado, Viking. Fique de pé e mostre o que essa calça esconde. Você é todo meu por hoje" Viking soltou um assobio, os olhos (mesmo por trás da máscara) parecendo brilhar. — LordHades! Isso, sim, é um tributo imperial. Sinto muito, Petitgattô, mas parece que o senhor do submundo tem bolsos mais fundos que os seus, esta noite. Thiago deu um soco na mesa, fazendo a xícara de café tremer. Ele abriu sua carteira digital. Saldo insuficiente. Ele já tinha gastado o limite do cartão de crédito daquele mês e o bônus da firma só cairia na próxima sexta. — Que inferno! — Thiago rosnou para a tela, vendo Viking se levantar e começar a desabotoar a calça enquanto agradecia a LordHades com uma piscadela — Pro inferno, LordHades! Quem ri por último, sempre ri melhor. O contador encostou a cabeça na cadeira, sentindo uma mistura de t***o e um ódio corrosivo. Ele detestava aquele LordHades. Detestava não ser o dono da atenção de Viking. Mas, acima de tudo, ele detestava o fato de que, amanhã às 8h, ele teria que colocar o terno e voltar a ser o Thiago, enquanto o Viking continuaria sendo o dono dos seus pensamentos mais sujos. Thiago sentiu o sangue ferver. Ele não aceitaria ser jogado para escanteio por um tal de "LordHades" sem dar o último golpe. Se não podia ser o maior doador do minuto, seria o maior estorvo. Ele raspou o fundo da carteira digital, convertendo seus últimos créditos de emergência. [Petitgattô enviou 5.000 Krowns] Mensagem: "Viking, para tudo. A exposição da luz lateral está estourando o branco da sua pele, está amador. E limpa essa lente, o foco automático está perdido. Se eu estou pagando, quero ver qualidade, não um borrão neon." Na tela, Viking já estava com as mãos no cós da calça, pronto para atender o pedido de LordHades. Ao ler a mensagem de Petitgattô, ele travou. Seus dedos apertaram o tecido da calça com força, e Thiago viu a veia do pescoço do streamer saltar por um segundo. Thiago até que gostava de ver ele enraivecido, e as vezes fazia de propósito, pois dava material a sua mente para b*******a punheta enquanto imaginava Viking o pegando com muita brutalidade. Viking respirou fundo, soltando o ar lentamente pelo nariz. Ele se aproximou da câmera, o rosto preenchendo o monitor. Thiago conseguia ver o reflexo do próprio desejo no brilho da máscara n***a dele. — Petitgattô... — Viking forçou um tom suave, mas sua voz agora tinha uma nota de aço, como se estivesse rangendo os dentes por trás do sorriso. — Sempre o nosso crítico de cinema particular. Sabe, às vezes eu me pergunto se você vem aqui para se satisfazer ou para dar consultoria técnica gratuita. Ele pegou um pano de microfibra, limpando a lente com movimentos lentos e deliberadamente provocativos, sem nunca desviar o olhar da direção da câmera. Arthur odiava ter que lidar com esse cara... Mas em alguns meses, esse estorvo era seu maior doador, quer dizer, uma vez foi, mas sempre perdia o primeiro lugar para LordHades. Esse em especial às vezes manda mensagens privadas com convites... Picantes. Pelo que parecia, era Ceo de uma empresa conhecida, e queria gastar seu dinheiro comendo o streammer. A oferta foi generosa, mas pra sua própria segurança, viking só aceitava casos virtuais. — Está melhor para os seus olhos sensíveis agora, meu doce? — Viking perguntou, voltando para o centro do cenário. — Espero que sim, porque agora o show é para quem sabe apreciar sem reclamar. Sem dar tempo para outra interrupção, viking se moveu com uma agilidade animal. Em um movimento fluido, ele puxou a regata preta pela cabeça, revelando o tronco esculpido, coberto por uma leve camada de suor que brilhava sob as luzes vermelhas. Ele não parou por aí. Atendendo ao "dono do palco", ele deslizou a calça até o limite do proibido, revelando a linha do V profunda e a marca da roupa íntima que deixava muito pouco para a imaginação. Ele começou a se tocar por cima do tecido branco, o ritmo acompanhando a batida grave que saía dos alto-falantes de Thiago. Viking fechou os olhos, a cabeça pendida para trás, mas então, como se lembrasse de quem o estava assistindo, ele olhou diretamente para a lente e sussurrou: — Olhe bem, Petitgattô. Veja o que você está quase perdendo porque não consegue ficar de boca fechada. Da próxima vez, experimente ser bonzinho, e quem sabe, podemos fazer coisas num chat privado... LordHades já é VIP, e por isso ele ganha coisas, bem gostosas... Tente o VIP uma próxima vez, meu doce. Thiago estava paralisado, a mão apertando o braço da cadeira. O ódio pela "grosseria elegante" do Viking lutava contra o t***o avassalador de ver aquele homem naquele estado. Se tocou com ódio, e com t***o, os olhos não piscavam, precisava captar cada segundo do corpo do streammer. Quando a live finalmente atingiu o ápice e a tela ficou preta com a mensagem de "Sessão Encerrada", Thiago ficou ali, no escuro, ouvindo apenas sua própria respiração pesada e o zumbido do computador. O pouco arrependimento de ter tocado punheta até as cinco da manhã o corroendo agora. — Eu odeio esse cara — Thiago sussurrou para o quarto vazio, embora seu corpo dissesse o contrário. — Eu odeio o quanto eu preciso dele! E o quanto isso me atrapalha no trabalho! QUE INFERNO! Ele fechou o notebook com um estalo seco. m*l sabia ele que, dali a poucas horas, teria que olhar para aquele mesmo tórax, mas dessa vez, escondido por uma camisa social que ele mesmo teria que auditar. O dia seguinte, seria um dia daqueles!

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