RUSSO
Olhei pra janela minúscula da cela e vi que o clima lá fora tava quente. O sol não dava trégua nem a essa hora da manhã.
Eu tava pronto pra visita íntima que Fogo arrumou pra mim, e ansioso pra saber quem era a garota nova — ele não me deu muitos detalhes. O policial bateu na cela com o cacetete e eu me aproximei da porta, já juntando minhas mãos pra algemarem.
Caminhei pelo extenso corredor até chegar na ala reservada pra visitas. Esse era o único jeito de eu não meter fogo nesse lugar. A última garota que veio falou que eu pegava pesado demais, mas era a única forma que eu tinha de descontar a raiva — e eu nem peguei tão pesado quanto ela disse. As mulheres tão acostumadas com esses playboys que não sabem fazer o trabalho direito, aí fica difícil de agradar.
Cheguei na frente da sala, o policial soltou minha algema e eu entrei devagar, passando a mão no pulso no lugar onde a algema tava. Olhei pra dentro e a menina tava encolhida no canto.
Puta que pariu, Fogo arrumou uma adolescente pra mim. Ela me olhou cheia de medo e eu bati a porta atrás de mim.
Russo: “E aí… Satisfação, Russo.”
Eu falei encostando na porta e cruzando os braços. Ela ficou quieta e eu suspirei.
Russo: “Geralmente as pessoas se apresentam e esperam que as outras se apresentem também.”
Emily: “Meu nome é Emily.”
Ela soltou os braços ao lado do corpo e ajeitou a postura, exibindo o corpo miúdo e magro, vestindo as roupas obrigatórias da penitenciária.
Russo: “Beleza, Emily. Tem quantos anos?”
Emily: “Vinte e quatro.”
Ela respondeu e eu assenti mais aliviado, me aproximando dela. Ela se encolhia a cada passo que eu dava, mas eu parei a um palmo de distância, olhando pra ela.
Russo: “Precisa ter medo de mim não, eu não vou fazer nada que tu não queira, beleza?”
Ela pareceu entender, me olhou e assentiu. Tirei minha camisa e peguei ela no flagra olhando pro meu peitoral cheio de tatuagens. Não falei nada, mas segurei uma risada.
Russo: “Eu vou tocar em você, Emily. Mas se não quiser, é só falar que eu te mando pra tua casa.”
Ela sorriu de lado e por vontade própria tirou a camisa, exibindo o sutiã rendado. Percebi que devagar ela vai se soltando, sem pressão.
Por isso virei ela de costa pra mim, analisando sua coxa e subindo os olhos pra sua b***a redondinha. Passei o dedo pela barra da calça, vendo sua pele se arrepiar. Beijei seu ombro e tirei sua calça de moletom cinza.
Ela não falou nada quando subi minhas mãos pela sua perna até chegar na b***a, apertando de leve e sentindo ela mais confortável com o conjunto de lingerie preta — sem muitos detalhes, mas que abraçou perfeitamente seu corpo.
Ela virou de frente pra mim e ajoelhou na minha frente, sem desviar o olhar do meu. Já gostei dela. Emily abaixou minha calça junto com a cueca, ficando cara a cara com meu p*u semi ereto. Ela me olhou de baixo pra cima sem ter a menor noção do que isso causa em um homem. p***a, que mulherzinha ein. Obrigado, Fogo!
Ela lambeu a cabeça do meu p*u, fazendo uma leve pressão na boca e em seguida colocou aquela parte na boca, sugando com força. Levantei a cabeça, peguei em seus cabelos tomando o controle da situação — eu conseguia sentir perfeitamente sua boca ao redor do meu m****o e fechei os olhos. Eu não tava com pressa: a gente tinha duas horas aqui e eu usaria cada minuto com muita paciência.
Russo: “Isso, Emily!”
Eu falei mais rouco que o normal e ela intensificou os movimentos. Apertei seus cachos na minha mão e ela foi mais fundo ainda, me fazendo quase delirar.
Antes de acabar com a festa, eu levantei ela e empurrei seu corpo na cama à nossa frente. Ela tentou cobrir seus s***s com as mãos por cima do sutiã, mas eu tirei suas mãos dali e as prendi acima da sua cabeça. Beijei seu pescoço lentamente e ouvi um suspiro saindo da sua boca.
Emily: “Russo.”
Ela falou baixinho e eu sorri de lado, me agradando daquilo.
Russo: “Qual nome que tava lá na minha ficha?”
Emily: “Paulo Henrique Alves.”
Ela respondeu me olhando sem entender.
Russo: “Então é assim que eu quero que tu me chame. Esse que é meu nome.”
Eu falei e voltei a beijar seu pescoço, descendo pelo seu seio. Liberei suas mãos e desci a minha pela lateral do seu corpo até chegar à sua b****a molhada dentro da calcinha. Ela arqueou a coluna no colchão e eu virei seu corpo de quatro pra mim, tirando sua calcinha. Passei o dedo novamente na i********e dela e em seguida pincelei meu p*u sem penetrar.
Russo: “Eu tô limpo. Depois toma remédio.”
Penetrei meu p*u devagar e ouvi seu gemido baixinho, quase inaudível. Comecei a me movimentar dentro dela, sentindo sua b****a me recebendo inteiro. Ela gemia tão baixo que eu quase não ouvia. Apertei sua b***a com força e ela se apoiou nos cotovelos, virando um pouco pra me olhar.
Passei a língua entre os lábios e joguei a cabeça pra trás. Ela mesmo vinha de encontro à minha cintura, cheia de ousadia. Nem parecia a menina que tava toda acanhada no canto da parede quando eu cheguei.
Eu aproveitei que ela deitou com a cabeça na cama e puxei seus dois braços pra trás, me dando impulso pra investir mais forte dentro dela. Conforme eu intensificava meus movimentos, ela intensificava os gemidos.
Mudei a posição, colocando ela por cima de mim. Ela entendeu o recado e começou a subir e descer lentamente como uma tortura. Eu tirei seu sutiã e seus p****s pularam pra fora. Agarrei sua cintura e seu peito veio de encontro ao meu — voltei a investir com força até que ela pegasse o ritmo e sentasse com força também.
Apertei seu peito com vontade e ela mordeu o lábio inferior, reprimindo um gemido.
Russo: “Não para não, filha da puta.”
Bati na sua b***a e ela seguiu quicando sem parar. Até sentir sua b****a começando a me apertar demais e suas pernas começarem a falhar. Ela gozou.
Senti que ia gozar também e segurei ela em cima, gozando na sua barriga. Me joguei na cama e ela também caiu pro lado, ofegante.
Antes de levantar pra tomar banho, eu me ajoelhei aos dois lados do corpo dela, cara a cara.
Russo: “Olha pra mim, filha da puta.”
Falei e ela abriu os olhos.
Russo: “Enquanto tu tiver sentando pra mim, não quero saber de tu com outro cara. Depois dessas dez visitas tu decide o que fazer com a tua vida, mas enquanto tá aqui, é só eu. Beleza?”
Emily: “Tá.”
Ela falou e eu levantei indo pro banheiro apertado.