Tess se perdia nas sensações que Félix lhe causava. Ela não se reconhecia, era como se outra pessoa tivesse possuído o seu corpo, e ela não duvidava de que tivesse sido o lado mais n***o de Félix.
Com as mãos ainda amarradas Félix vira Tess na cama, ela resmunga quando ele para de a tocar a sua i********e se contraindo de desejo.
A mão de Félix desce sobre o traseiro de Tess com um forte impacto, o som enche o lugar assim como o grito que deixa os lábios dela. O coração dela acelera, e o fato de não conseguir ver direito o rosto de Félix apenas tornava tudo mais erótico, ela não sabia o que ele faria e apenas aquele mero pensamento a fazia pulsar no meio das pernas.
Um sorriso curva os lábios de Félix ao ver a marca dos seus dedos no traseiro de Tess, ele se abaixa e passa a língua pelo local dando uma pequena mordida. Ela se remexe, a sua b****a ardendo com uma necessidade que aumentava com cada provocação que ele fazia.
Félix sobe os seus lábios ao longo da coluna de Tess, beijando e mordendo a fazendo se contorcer na cama. Ela queria alivio para sua b****a necessitada, mas a forma que Félix a segura não lhe permitia. A sua boca deixava um rastro quente por seu corpo, a suas mãos eram como brasa sobre a sua pele sensível, mas Félix não estava com presa, e quanto mais Tess se remexia mais de vagar ele agia.
— Félix! — chama ela ofegante.
— Diga de novo. — diz ele mordendo o ombro dela com um pouco mais de preção sorrindo quando se afasta e vê a marca dos seus dentes.
— O quê? — pergunta ela sem entender.
— Meu nome Tess, diga de novo. Quero decorar a forma que essa sua boca linda se abre para mim. — diz ele em seu ouvido mordendo a sua orelha a fazendo tremer.
— Félix. — diz ela um pouco em dúvida.
Ele a vira novamente na cama, seus olhos fixos nos dela. E a o ver a forma que Tess estava desesperada Félix ri, os seus dentes brancos reluzindo de uma forma que Tess não conseguia explicar. Ela não sabia como poderia achar erótico a forma que os dentes de Félix brilhavam, mas ela achava, e talvez isso se devesse pelo fato dele ter a mordido segundos atrás.
— Isso querida, esse é o nome que você deve gritar quando estiver sendo preenchida com o meu p*u. — diz ele se afastando para retirar a sua roupa.
Os olhos de Tess descem pelo corpo de Félix com luxúria. Ele tinha um corpo lindo, bem definido e marcado, e no meio da suas pernas descansava aquilo que ela tanto queria, que apenas de olhar ela se sentia queimar.
— Você o quer? — pergunta ele alisando o seu m****o.
Tess não achava a sua voz, e ela se repreendia mentalmente por se deixar cair no jogo de Félix, mas não conseguia evitar, ela sentia a sua necessidade a cada segundo mais urgente, e em sua mente pragueja por ficar tanto tempo sem t*****r com alguém, porque para ela aquilo era a única coisa que justificava o seu desespero ao ver Félix nu.
— Abra a boca Tess, se me agradar eu te dou o que quer. — diz ele com um sorriso de canto.
Sem pensar duas vezes Tess abre a boca, desejando, ansiando por sentir o gosto de Félix em sua língua.
— Boa garota. — Diz ele antes de se aproximar da cama e colocar o seu p*u na boca de Tess. Ela geme o sugando com vontade.
— c*****o Tess! — diz ele gemendo enquanto jogava a cabeça para trás. — Você é mesmo uma pautinha louca por p*u.
Ela não se importava, para Tess, Félix podia a xingar de tudo o que queria, aquilo só aumentava o seu desejo, e a forma que ela sentia o p*u dele apenas a lembrava do quanto seria incrível quando ele a preenchesse completamente.
Félix sentia o seu pouco controle se esvair, ele agarra os cabelos de Tess a segurando e soca com vontade em sua boca a fedendo com tudo. Os sons da boca de Tess em contato com a i********e de Félix enchem o quarto, os gemidos dele aumentam e em poucos minutos ele se derramava na boca dela enterrado até as bolas.
Tess tenta se afastar, mas ele não permiti a obrigando a engolir tudo o que ele lhe dava. Quando ele se retira de sua boca ela tinha o rosto vermelho e os lábios um pouco inchados.
— Você fica linda chupando o meu p*u, — diz ele limpando com a língua o canto da sua boca e lhe dando um beijo. — melhor doquete da minha vida.
— Você quase me engasgou. — reclama ela com olhos em chamas.
— Mas você gostou, ou a sua b****a não estaria escorrendo dessa forma. — responde ele deslizando dois dedos em seu interior. — você gosta de um pouco de violência querida, e eu vou dar o que você quer.
Félix se posiciona no meio das pernas de Tess, o seu m****o brincando em sua entrada, apenas raspando no seu c******s, enviando choques de prazer por seu corpo.
— Por favor, Félix. — choraminga ela.
— Eu disse que você imploraria por mim. — diz ele investindo de uma vez só em sua b****a molhada.
Félix pragueja com a sensação.
— Agora me diga Tess. De quem é essa b****a? — pergunta ele dando uma investida profunda lhe arrancando um grito de prazer.
— É sua. — diz ela arfando.
— Sim, — responde ele voltando a fode-la com força, — e apenas eu posso star aqui, está me ouvindo?
Félix a penetrava com força sem fazer pausa a um ritmo que fazia Tess se curvar na cama.
— Você é minha pautinha agora Tess, e vou usá-la a noite toda, toda hora, em qualquer lugar que eu queira. Está me ouvindo! — diz ele dando um tapa na sua b***a.
Tess não consegue responder, um grito deixa os seus lábios enquanto a sua b****a apertava o p*u de Félix gozando com força.
— Isso Tess, goze para mim. — diz ele prolongando o orgasmo nela com as suas investidas.
Tess não teve descanso, Félix a vira na cama segurando a sua cintura enquanto metia por trás sem dó. A noite estava apenas começando.