Félix prendia Tess contra o colchão com o peso do corpo, os seus lábios devorando os dela em um beijo que era mais batalha do que rendição. Ela mordia, arranhava, resistia — e isso só o incendiava mais. Para ele não teria graça se ela cedesse.
Tess sentia o coração martelar como um tambor, o corpo traindo a mente que gritava para fugir. As mãos de Félix eram ásperas, explorando curvas com uma fome que beirava a loucura, deslizando sob a blusa dela, traçando linhas de fogo na pele. "Você é veneno", murmurou ela contra a boca dele, as unhas cravadas nos seus ombros, deixando marcas vermelhas que ele usaria como troféus.
— Veneno que você adora beber — rosnou Félix, os olhos negros brilhando com um prazer sádico. Ele puxou o tecido rasgando-o levemente, expondo-a ao ar frio do quarto, e desceu os lábios pelo pescoço dela, mordendo o suficiente para marcar, para reivindicar. Tess arqueou as costas, um gemido escapando, o corpo se rendendo ao caos que ele despertava. Era errado, perigoso — como dançar na beira de um abismo —, mas Nerone era apenas uma fantasia que ela adoraria experimentar, já Félix era real e, ela desejava sentir mais daquele toque enlouquecedor.
Os lábios de Félix descem pelo pescoço de Tess chegando aos seus s***s descobertos. Tamanho médio, os seus picos duros esperando pelo toque dele, e ele o tocou. Félix coloca um dos picos endurecidos na boca dando uma forte sugada, então morde o suficiente para que ela sentisse as pontadas de dor a fazendo se debater nos seus braços.
— Eu disse que pagaria por suas palavras, — diz ele esfregando a sua ereção contra a i********e dela. — e esse dia é hoje.
Do outro lado do corredor, Alvaro ouviu o baque distante de algo caindo — talvez um abajur. Ele ergueu a cabeça, o instinto afiado como uma lâmina. "Félix", pensou. O filho era uma bomba-relógio, e Tess... ela era o pavio.
— Onde está o seu filho, Cobra? — perguntou Nico, quebrando o silêncio da mesa, os dedos tamborilando no copo de tequila.
Álvaro deu de ombros, um sorriso predatório nos lábios.
— Provavelmente convencendo a moça de que ele é melhor que o fantasma que ela persegue.
Vito bufou, girando o canivete mais rápido.
— Se ele machucar a garota, vai responder por isso.
— Não se preocupe, ela ficara bem. — diz com um sorriso sugestivo nos lábios.
No quarto, o mundo se resumia a respirações ofegantes e sussurros roucos. Félix parou por um instante, os olhos cravados nos dela, desafiando-a a recuar.
— Diga que para, Tess. Diga, e eu paro. Mas você não vai, vai? — diz ele massageando sua i********e por sobre o tecido.
Ela hesitou, o peito arfando, o desejo e o ódio entrelaçados como serpentes.
— Covarde. — diz dando uma mordida na boca de Félix.
— Vou te mostrar quem é o covarde. — Diz ele segurando o rosto dela com força deixando as marcas dos seus dedos.
A língua de Félix invade a boca de Tess a fazendo gemer de prazer, ele segura as mãos dela e se afasta as prendendo na cama com os restos de sua camisa.
— Félix! — Reclama quando não consegue se mover.
— Me provocou agora aguenta. — diz ele se afastando.
Félix retira os sapatos de Tess e em seguida a calça que ela usava junto com a calcinha de renda. Ele observa o corpo dela com luxúria, ansiando pelas várias formas que ele a tomaria naquela noite. Ele a puxa pelos pés a colando em sua pélvis, a suas mão se movem por seu traseiro dando um tapa estalado a fazendo gritar.
— Eu sou covarde, vamos ver se você vai conseguir andar amanhã depois de dar pro covarde a noite inteira. — diz ele dando outro tapa em sua b***a.
Tess, sentia o seu coração disparar com cada tapa que ele dava no seu traseiro. Uma parte dela queria dizer que aquilo era errado, ela m*l o conhecia, mas seu lado mais safado só queria que ele continuasse aquela deliciosa tortura no seu corpo até que ela se desmanchasse em prazer nos seus braços.
Félix abre a calça expondo o seu m****o aos olhos avidos de Tess, ela engole em seco ao ver o seu cumprimento. Grande, e grosso, só de imaginar Félix dentro de si ela gemia em antecipação.
— É isso que você? — pergunta ele enquanto alisava o seu m****o diante dos olhos dela.
Tess sentia a sua garganta secar, o seu olhar perdido no que ele fazia.
— Te fiz uma pergunta. — diz ele lhe dando outro tapa.
Tess pragueja sentindoo corpo se arrepiar.
— Eu quero uma resposta Tess. — diz ele investindo com tudo no seu interior, se enterrando até o talo na b****a de Tess.
Ela grita e pragueja quando uma onde intensa de prazer a percorre, mas antes que ela pudesse aproveitar ele se retira a deixando frustrada.
— Félix! — diz brava com ele.
— Não pensou que seria tão fácil assim, certo. — diz ele rindo da expressão dela.
Félix massagea a i********e de Tess a vendo se contorcer nos lençóis, um sorriso curvando os seus lábios.
— Você sabe o que quer Tess, é apenas teimosa de mais para pedir, mas não se preocupe, o meu objetivo hoje é fazer você implorar.
A forma que ele movia os dedos no interior de Tess a levava a loucura, Félix tocava justamente naquele ponto que ela mais gostava, que a fazia tremer e gemer Como uma louca, mas como ele tinha dito, ela não teria o que queria de forma tão rápida quanto pensava. A cada segundo que Tess se aproximava de um orgasmo ele reduzia o seu toque a fazendo se frustrar. Ver a forma que os olhos dela o encaravam era a melhor coisa do mundo, Félix se deleitava com cada segundo de doce tortura.
Naquela noite ele estava decidido a dar uma lição em Tess, a fazer entender que ela agora era dele, e que seu irmão estava fora de questão.