Todos estavam aliviados com aquele desfecho, e a forma que eles olhavam para Nerone tinha mudado. Ele tinha provado que era bem mais do que todos ali imaginavam, e havia provado o seu valor. — Pai, ganhei um irmão! — gritou Félix, passando os braços pelo pescoço de Nerone e o puxando para perto de Cobra. Cobra observou Nerone com atenção. Apesar de ter vencido o desafio, sua expressão era tranquila — não havia traço algum de arrogância pela vitória que tinha conquistado. — Tem padrinho, garoto? — perguntou, com sua voz imponente. Os mercenários ao redor arregalaram os olhos. Cobra não era alguém que se apegava, muito menos que oferecia algo assim. Aquilo era mais que um gesto — era um reconhecimento raro. — Não, senhor — respondeu Nerone. — Agora tem. Semana que vem marcaremos a ce

