Ao saírem do banho, secos e limpos, os três voltaram para a cama com uma energia renovada e um novo senso de urgência. Alex, agora completamente entregue, deitou-se de costas, aguardando.
Graciela subiu e se sentou em cima dele, encaixando a buc eta no p au duro de Alex. Celso se posicionou atrás dela, colocou camisinha, passou lubrificante e, sem aviso, meteu o pa u no c u de Graciela.
A dor da primeira vez a fez gritar alto. Não era só a do r do sofrimento, mas a surpresa intensa de uma nova pene tração, que a fez segurar os ombros de Alex com força.
— Aiii! Celso! — gritou Graciela, sentindo o choque.
Celso beijou seu pescoço, imobilizando-a.
— Vou devagar, gostosa. Respira.
Ela levou alguns segundos, mas logo começou a se mover lentamente, descobrindo o prazer da dupla penetração. Ela se beijava com Alex, rindo entre os gemi dos, e se inclinava para beijar Celso.
Alex, olhando para a namorada em êxtase, sussurrou em seu ouvido:
— Eu te amo, Graciela. Te amo por ser assim.
Graciela, com o rosto corado de prazer, o encarou intensamente.
— Se você me ama, Alex, tem que me dar uma prova de amor. Quero ver você dando o c u para o Celso.
O rosto de Alex ficou tenso.
— Não, Graciela. Isso vai doer. — disse ele, voltando à sua inibição.
Celso parou os movimentos e acariciou Alex.
— Pelo menos tenta, Alex. Por ela. Por nós.
Graciela saiu do colo de Alex e deitou-se de lado, olhando para os dois. Alex a seguiu, metendo o p au em sua buc eta de lado, devagarinho.
Celso se ajoelhou e meteu os dedos lubrificados no c u de Alex. Cuspiu na mão e a espalhou. Alex ge meu, sentindo a pene tração dos dedos. Caio, então, tentou enfiar o p au.
— Ah! Não, Celso! Não! — Alex começou a gritar, nervoso. O c u de Celso era pequeno e estreito para o p au de Alex, mas o de Alex era ainda mais.
Celso foi devagar, parando por alguns instantes.
— Calma, eu paro se doer demais. Relaxa.
Com um gem ido de esforço, Celso me teu o p au completamente no c u de Alex.
Alex soltou um ge mido estranho, sufocado.
— Po rra… Eu vou go zar!
Celso riu, percebendo que Alex ia goz ar rápido demais. Ele precisava que Graciela tivesse seu momento antes que o show acabasse.
— Calma, corno. Marcha lenta. Não vai go zar antes da sua namorada.
Celso moveu-se lentamente no c u de Alex, enquanto Alex, impaciente, aumentava o ritmo na bu ceta de Graciela.
Graciela go zou primeiro, um prazer alto e explosivo, vindo da fricção.
Assim que ela se acalmou, Celso começou a m eter mais forte e rápido no c u de Alex. Alex, que resistia inicialmente, relaxou e começou a ge mer de um jeito completamente novo, balançando os quadris. Ele estava dando o c u feito um viad inho passivo sa fado, o que era para Graciela a prova de amor perfeita.
Alex go zou com um grito, abraçando Graciela por trás. Celso gobzou logo em seguida, com um urro gostoso e profundo, relaxando totalmente o corpo sobre Alex.
Os três estavam ofegantes, os membros unidos, suados e molhados. Celso tirou o pa u de Alex, e Alex tirou o p au de Graciela. Eles se limparam rapidamente com os lençóis amassados e se aninharam na cama.
Graciela estava no meio, beijando Celso e, em seguida, Alex. Aquele trio improvável dormiu abraçado, exausto e profundamente satisfeito.
Depois daquela noite, Alex nunca mais tocou no assunto de menage. Ele havia alcançado sua fantasia, mas o preço de sua "prova de amor" havia redefinido o que ele esperava de sua sexualidade. No entanto, o relacionamento dele e de Graciela estava, pela primeira vez, totalmente aberto e honesto.
Fim!!