Debora narrando É impressionante como a paz nunca vem sozinha. Sempre tem uma v***a querendo testar a minha paciência, sempre tem uma p*****a achando que vai ser a exceção, que vai conseguir arrastar o Caveira de volta pra vida de marmita barata. Eu entendo que bandido tem passado, que tem história espalhada em cada viela dessa cidade. Mas pra mim a questão é uma só: ninguém vai tirar de mim o que eu demorei tanto pra ter de volta. Ele é meu. E eu sou a mulher dele. Fim. Eu não vou admitir, em hipótese alguma, que meia dúzia de b***a-mole faça graça achando que vai me diminuir. Sou eu quem dorme com ele. Sou eu quem ele apresenta como mulher. Sou eu quem ele protege e assume diante do morro inteiro. Então quem olhar torto que me aguarde, porque eu não volto atrás nem pra pegar impulso.

