Renato narrando Acordei com a p***a do celular tocando pra c*****o. Aquela merda vibrava e apitava como se fosse sirene de polícia no meu ouvido, e eu nem sabia mais onde eu tava. A cabeça latejava, o corpo inteiro doía e o gosto de sangue velho ainda tava na minha boca. Depois de ter deixado aquela v***a jogada no chão da sala, eu vim pro quarto, joguei o corpo na cama e apaguei. Era isso ou eu ia matar ela ali mesmo, e sinceramente, eu ainda não decidi se não devia ter feito. A merda do telefone continuava gritando no criado-mudo e eu, no reflexo, peguei e atendi sem nem olhar o visor. Só queria que essa p***a parasse de apitar, c*****o. — Seu filho da p**a! — veio a voz do outro lado, já esgoelando — Cadê a p***a do meu dinheiro, c*****o?! As minhas contas tão todas zeradas, seu des

