Debora narrando As bolhas da banheira estouravam devagar, a água chacoalhava com cada rebolada minha. E eu fui aumentando o ritmo. Fui gemendo mais alto. Fui deixando meu corpo escorrer, a pele grudando na dele, o cabelo grudado no meu rosto, e a única coisa que eu conseguia pensar era: quero ver esse homem implorar. Quero ver ele se desmanchar de tanto t***o por mim. E ele estava no limite. Eu sentia. — Tu quer gozar, né? — eu sussurrei no ouvido dele, com a boca roçando na pele molhada do pescoço dele. — p***a, Débora… tu vai me enlouquecer… — ele gemeu com a voz embargada, os olhos apertados, tentando se controlar. Mas eu não queria controle. Eu queria ele selvagem. Rasgado. Perdido. Mordido de t***o. Desci a boca pelo pescoço dele, lambi até o queixo, mordi seu lábio inferior c

