Não Julgues um Livro Pela Capa .
Aiii isso Chioma! p***a que mulher! Chupa tudo! Não pare..hummm que prazer do caralho.. ninguem faz melhor que você mulher!
— Nem mesmo a tua mulher?
Ela ergueu lentamente a cabeça e perguntou, mantendo os olhos fixos nos dele.
O silêncio instalou-se por alguns segundos.
Ela continuou ajoelhada, encarando-o, à espera da resposta.
Ele aproximou-se um pouco mais.
Sem desviar o olhar, respondeu com a voz baixa:
— Não.
Fez uma breve pausa.
— Tu és melhor do que ela.
Os seus olhos percorreram lentamente o rosto de Chioma.
— Muito melhor.
Ou… talvez sejas simplesmente a melhor.
Não Julgues um Livro Pela Capa
Boa leitura!
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Bogotá-Colômbia
A cidade nunca dormia.
Enquanto uns corriam atrás dos seus sonhos…
Outros corriam atrás do dinheiro.
E Chioma Okafor…
Corria atrás dos dois.
Aos vinte e oito anos, era considerada uma das mulheres mais bonitas de Nova Iorque.
A sua pele morena escura brilhava naturalmente sob as luzes da cidade. Os olhos claros e hipnotizantes prendiam qualquer olhar. Os lábios bem desenhados, o sorriso confiante e o corpo de curvas perfeitas faziam-na parecer uma modelo internacional.
Mas quem a conhecia sabia…
A verdadeira beleza de Chioma não estava apenas no rosto.
Estava na inteligência.
Ela sabia exatamente como entrar numa sala.
Como falar.
Como convencer.
E, acima de tudo…
Sabia ler as pessoas como ninguém.
Era proprietária do Maison Rouge Beauty Lounge.
conhecida pelo luxo, hotéis cinco estrlas.
Maison Rouge Beauty Lounge.
Um salão de beleza de luxo localizado em Rosales, Bogotá. Frequentado por esposas de políticos, empresárias, modelos e influenciadoras. Conseguir um horário lá é quase impossível, e a própria Chioma atende apenas clientes VIP.
Mas ninguém conhecia a verdadeira Chioma.
Ninguém sabia quantas noites passou sem saber se teria dinheiro para comer.
Ninguém sabia quantas humilhações suportou para conseguir chegar onde estava.
Agora…
Nunca mais permitiria que a pobreza decidisse o seu destino.
Mais a questão è como que ela conseguiu a chega aonde ela está hoje?. Têm outras verdades que não podem ser reveladas.
O telemóvel vibrou sobre a mesa.
Uma notificação bancária apareceu no ecrã.
Transferência recebida.
Chioma olhou para o valor e sorriu discretamente.
Nem felicidade.
Nem culpa.
Era apenas mais um dia de trabalho.
Levantou-se diante do enorme espelho do salão e ajeitou o blazer branco que realçava a sua postura elegante.
Observou o próprio reflexo durante alguns segundos.
Depois sorriu para si mesma.
— Neste mundo…
Fez uma breve pausa.
— Ou controlas o jogo…
— Ou acabas por ser apenas mais uma peça dele.