Decimus subiu.Apareceu logo depois com uma pequena lanterna. Quando a luz fraca iluminou o espaço, Giana levou a mão à boca para não gritar.Era um sótão antigo, com caixas velhas.poeira acumulada. E, encostado em um canto, o que parecia ser um esqueleto humano, ainda vestido com um vestido florido já desbotado. Ele viu e teve certeza,era a mãe de Giana. Mas não disse nada.Apenas agradeceu, em silêncio, por poder ficar em pé ali em cima. Achava que teria que se arrastar. Fechou a portinhola, travou como conseguiu. Ofereceu a mão a ela. — Vamos. Ela caminhou tremendo, incomodada com a poeira sob os pés descalços, mas sem reclamar. Conforme avançavam, ele travava as pequenas aberturas que encontrava no forro do teto. Não queria que outro gladiador percebesse o acesso e subisse tamb

