Gianna acordou com a sensação de prote.ção e calor. Demorou alguns segundos para perceber que estava nos braços de Décimus. Ainda era nova toda aquela sensação. Às vezes acordava à noite assustada, com medo de que o pai entrasse no quarto e a espancasse. Mas, quando via onde estava e sentia o braço protetor do gladiador, percebia que nada mais podia machucá-la. Virou-se para ele e beijou seu peito. Viu Décimus gemer. — Bom dia, Giana. Não devia começar aquilo que ainda não pode terminar. Já estou quente o suficiente. Ela deu um sorriso que iluminou o dia dele. Beijou o peito dele, o pescoço e correu para o banheiro. Décimus jogou o travesseiro longe, mas depois sorriu, porque a confiança dela estava sendo construída, e era isso que queria. Mas o telefone passou a tocar de maneira insi

