Décimus dirigiu em silêncio, as mãos apertando o volante até os nós dos dedos ficarem brancos. O caminho até a casa de sua mãe era um trajeto que ele não tinha pensado em fazer, mas agora era necessário. Ao estacionar e tocar a campainha,a saudade daquele lugar chegou, mas mandou para longe. Quando a porta se abriu, a mãe surgiu envolta em um roupão de seda, Ela avançou para um abraço, mas Décimus deu dois passos rápidos para trás, e — Décimus… meu filho… — Eu preciso saber onde o Maximus está. Só isso, mãe. Ela soltou um suspiro longo, que pareceu carregar toda a saudade do filho. — Vocês não podem brigar . Meu coração não suporta mais uma guerra entre vocês dois, já se tornaram inimigos, — Não vou brigar.. Eu não vim para o acerto de contas. Vim porque preciso dele... para salv

