Giana acordou sozinha. Por alguns segundos, não entendeu onde estava. O teto de pedra, o cheiro de maresia, o silêncio estranho depois de uma noite de gritos. O desespero veio primeiro, sentou-se de uma vez, o coração disparado.Então viu a luz do sol entrando pela a******a da gruta. O medo absoluto quase foi embora.A Acrácia tinha acabado. Ela estava viva. Se levantou com dificuldade. Os pés doíam por causa da pedra e da areia fria. Estava aquecida pelo fogo que já tinha se apagado, mas o vestido tinha manchas escuras de sangue — todo sangue de Decimus..Olhou em volta. Ele não estava ali. O pânico voltou por um segundo. Saiu da gruta devagar. Não se lembrava bem do caminho. Não teve coragem de pular na água... Ainda lembrava de quando quase se afogou. Seguiu pela beira das pedras,

