Sem pena.

854 Words

Giana acordou com Décimus entrando no quarto. Ele trazia uma bandeja farta com o macarrão que ela gostava, frutas frescas e até barras de chocolate — um luxo raro ali, já que ela não tinha privilégios com a comida. Ela só vinha comendo bem porque Abaula ajudava na cozinha, separando escondido o que ela mais apreciava. — Onde a Abaula está? — perguntou Giana, a voz ainda rouca de sono. — Lá embaixo, Giana. Coma. Depois vamos até o navio, porque o médico vai dar uma olhada em você. — Mas eu não estou doente, não quero ir! — protestou ela, encolhendo-se. — Eu sei. Mas você se assustou e sangrou. Quero saber se está bem. Todos faziam exames na ilha, menos você, não é? O médico fajuto da ilha cuidava disso. Ela fez um gesto positivo, mas puxou o lençol apressadamente para se cobrir. Décim

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