Encontrou Iala parado na porta do quarto. A chave já estava no pescoço, do lado de dentro da camisa. Decimus mesmo havia trancado.O corredor estava silencioso, mas o ar ainda carregava o peso do que havia acontecido , já era noite, mas ninguém dormiria, só as mulheres e Giana. — Quero falar com Giana. A voz de Iala era firme e Decimus percebeu que a soldada de Nero não tinha medo dele.. — Não. Você não vai se meter com ela, porque vai tentar levá-la de mim. Iala não cedeu . — Eu não ia. Fizemos um acordo, Decimus. Nós dois conversamos.Só que falar com ela. — Eu sei exatamente o que conversamos. E sei também que Giana é minha. Isso foi o nosso acordo. — Ela não é um objeto. O silêncio entre eles ficou denso. — Você não pode manter a menina cativa dessa forma. — Posso. Porque vo

