Eve respirou fundo antes de começar; — Posso explicar , senhora. Eu conheci o seu filho na clínica como deve saber. Foi lá que nós nos conhecemos. E… mesmo não podendo, acabamos desenvolvendo um afeto um pelo outro. Ficamos presos juntos durante o apagão e… Eve fechou os olhos, corando de vergonha. Elizeterh levantou a mão. — Não precisa terminar, minha querida. Eu entendi. Ela inclinou a cabeça. — Olhe para mim. O que aconteceu naquela sala foi consentido? — Foi, senhora. Ele não me obrigou a nada. Nada, seu filho só fez o que eu permiti que ele fizesse. Eve alisou o coração, queimava e sentiria falta dele. — Mas agora eu posso perder meu direito de trabalhar. O dono da clínica abriu uma investigação… e eu não posso mentir nem acusar o seu filho. Primeiro porque ele é inocente. S

