Capítulo 76

2202 Words

Arcanjo Arcanjo desceu do carro já com a cara fechada, o maxilar duro, os olhos frios como lâmina. A boca estava em plena atividade, mas o clima ali não era de venda — era de tensão. Fuzil pendurado, rádio chiando, olhares nervosos. Samurai veio primeiro, firme, mas com a voz carregada. — Aí, patrão… — ele respirou fundo. — Não foi pouco, não. Foram vinte fuzil e dez pistola, fora as caixas de munição. Levaram limpo. Arcanjo ficou em silêncio por alguns segundos. Vinte fuzis. Aquilo não era furto. Era operação. — Vinte… — repetiu baixo. — Isso aí é carga pra montar guerra. Netuno se aproximou logo depois, coçando a nuca, visivelmente incomodado. — Arcanjo, eu não sei como isso foi acontecer. — disse. — A carga que chegou na quinta tava redonda. Você mesmo viu. Conferiu tudo tav

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