Flores do meu jardim
Hana
Como eu vim parar nesta situação? _ falei o que, provavelmente, estava inquietando a garota amarrada na minha cama.
Um massageador em nível um, bem suave, estava estratégicamente posicionado no seu c******s. Os braços amarrados a cordas, abertos. As pernas idem. Bem presa de barriga para cima, com uma mordaça.
Gargalhei _ Não é óbvio, linda? Você é uma p**a. A minha p**a.
Corou envergonhada ao me ouvir e fez que não com a cabeça.
Observei mais um orgasmo tomar o seu corpo.
Como era bela!
Relembrei de como viemos parar neste quarto exclusivo do clube de orgias local.
O círculo feito. Cada um teve a sua oportunidade de confessar ao mestre da noite qual era a sua fantasia.
Ana queria sentir prazer. Muito prazer. Me prontifiquei a atendê-la. Assim chegamos aqui.
Lágrimas encheram os olhos de Ana.
Adorável!
Tirei o massageador do meio das suas pernas trêmulas, tentando se fechar para impedir o toque em seu c******s sensível.
Eu usava uma cinta com um console. Me posicionei para meter na sua entrada pulsante.
Ana balançou a cabeça gemendo, suplicou que não o fizesse, de tal modo que o seu corpo se moveu um quase nada. Estava bem preso.
Acariciei o seu rosto com carinho _ Calma bebê. Você vai gostar.
Entrei no seu corpo me movendo bem rápido. Foi fácil. Ana estava tão molhada. Ofegou e suspirou me sentindo e entrando em um transe prazeroso.
Acariciei os seus m*****s com um esfregar rápido em ambos, enquanto a fodia. Outro orgasmo a tomava. Mas este não doía como o orgasmo clitóriano. Ela poderia gozar a noite toda, eu sabia.
Continuei investindo, mas parei a carícia intensa em seus s***s, quando o seu orgasmo cessou. O seu rosto era pura luxúria, agora.
Tirei a mordaça e beijei-a. Fui mais intensa nos movimentos. Acariava os seus s***s suavemente. Não demorou até a Ana ter os gemidos abafados pelo meu beijo.
_ Está gostoso? _ sussurrei excitada.
_ Sim. Está muito gostoso.
_ Vamos mudar de posição _ desamarreias suas pernas e braços _ Fica de quatro gostosa.
Ana obedeceu. Fiquei em pé ao pé da cama. Distribuí beijos pelas suas costas, acariciei os seus s***s. Sem pressa, meti o c*****o de silicone bioidentico na sua b****a linda e macia. Gemeu baixinho em um suspiro.
Foi só o começo. Gozou tantas vezes e com tanto gosto, que rebolava para mim como uma p**a gostosa e falava indecências desconcertantes para mim.
Quando o dia amanhecia e o nosso tempo acabava, paramos. Sorriu para mim.
Retribuí me vestindo.
_ Podemos sair? _ convidou.
_ Para fazer isso? _ falei do sexo sádico.
_ Talvez. A gente podia se conhecer melhor.
_ Não te disse?
_ O que?
_ Você é minha p**a _ senti um imenso prazer em dizer, e mais em vê-la corar, com isso, confirmando _ Dá o seu número. A gente se fala _ sugeri.
Ganhei o seu cartão de visita. Estava envergonhada.
Cheguei bem perto como se fosse beija-la _ Aí Ana! Não te ofendi. Te venero. Nada é mais belo do que uma mulher sentindo prazer. Você é linda e demais _ beijei a sua boca e saí.
*****
Ana.
Lembrava da sua voz suave gemendo sandisses e palavrões, enquanto o seu corpo estremecia em outro orgasmo.
_ Tá no mundo da lua, Laura? _ meu chefe reparou, quando pousou os documentos assinados em minha mesa.
_ Desculpa, André _ peguei os papéis checando.
Eu era a elegante secretaria administrativa de um grande empresário e playboy. André não perdia a oportunidade de olhar as minhas pernas quando eu estava de frente e a minha b***a quando eu não podia ver.
Meu escape era imagina-lo amarrado em minha cama, sendo minha bonequinha, como punição. Eu sorria sempre que pensava isso.
Mais uma noite, outro clube de orgias. Quarta, quinta e sexta eram os dias em que eu os freqüentava. Fazia isso desde os dezoito. Adorava o ruído rosa do prazer. Me tornei mestre por elas e para elas.
Ana não era nome impresso no cartão de visitas. Elas nunca davam o nome verdadeiro. Ninguém dava.
Em casa, tomei um banho e me vesti para a noite.
Notei a casa cheia, quando os discípulos do prazer entraram no clube. Me divertia com os seus pedidos.
Prazer, dor, vergonha... Dor e prazer.
A minha especialidade era prazer, mas o prazer pode ser doloroso. Aceitei a garota que desejava dor e prazer.
Ela me seguiu para o quarto.
_ Tire a roupa Lucy _ precisei dizer, pois ela travou.
_ Eu não sei bem se eu quero...
_ Relaxe, meu bem _ soei suave, abraçando com a mão em seu bumbum e ensaiei investidas com o meu sexo contra o dela _ Sente isso?
_ Sim.
_ É o seu monte de Vênus. Prazeroso, não?
_ Sim.
_ E só estamos dançando _ sussurrei _ Mostre se para mim, Lucy. Me faça feliz, meu anjo.
Retirou a roupa em seguida e eu vesti o cinto com consolo. Tinha um chicote na mesinha. Plugues anais de diversos tamanhos. Algemas para mãos e pés já dispostas a cama. Prendedores de roupa, vibradores e um massageador. Eu tinha o que precisava.
Algemei, Lucy a cama passei as mãos pelo seu corpo, só porque eu podia. Aquilo a desconcertou sobremaneira.
Sorri e fiz um carinho nos seus s***s _ Cada prazer vai te custar uma dor equivalente, Lucy. Como você pediu.
Estava ajoelhada entre as suas pernas. Acariciei os grandes lábios da sua v****a, com os meus polegares antes de esticaram a pele, para expor na pérola do seu c******s, totalmente rígida.
Chupei como se fosse um mamilo macio. Lucy gozava mansinha em um chorinho gostoso que dizia coisas que eu não entendia. Não queira que eu parasse.
Eu não vou parar, bebê. Pensei chupando-a. Mas sim, Lucy chegou ao limite e os seus espasmos musculares mostraram isso.
Penetrei a sua v****a com o c*****o de silicone com ímpeto. Abriu a boca ao sentir, pareceu querer protestar.
_ A sua b****a é minha, Lucy. Saí e investi com força, de novo.
Um gemido do que pareceu dor.
_ Estou devagar de mais para você?
Acelerei as investidas impetuosas e ela gozou rapidamente.
Peguei um plugue anal, um vibrador e o massageador. Lubrifique o plugue anal e enfiei no orifício anal.
_ Não, tira _ protestou.
_ Quer um maior? _ ofereci cínica.
_ Não.
_ Só curte, docinho _ sorri.
Posicionei o massageador no monte de Vênus e base do c******s. Liguei o vibrador e a fodia rapidamente e lento, alternando. O primeiro orgasmo foi o mais demorados. Os seguintes eram tão fáceis que ficou meio engraçado. Dor e prazer gerava orgasmos fáceis sempre.
_ Chega _ ela pediu antes de mais um orgasmo.
_ Tão adorável, Lucy! Goze mais para mim, meu anjo.
_ Não _ chorou gemendo em mais um orgasmo.
Ah, como eu amo isso!
_ Está doendo?
_ Sim.
Tirei o massageador do seu c******s, mas continuei fodendo-a com o vibrador. Massageei o seu c******s com o dedo médio e ela gozou de novo.
_ Tira o plugue.
_ Se pedir por favor...
_ Por favor.
_ ... e gozar mais uma vez.
Continuei as investidas e acariciei o seu c******s. Mais um orgasmo. Era tão fácil.
O seu ânus estava tenso e tive que jogar lubrificante no plugue, fodendo-a um pouco em vai e vem para relaxar. Massageei um dos seus s***s e ela gemeu no movimento do plugue.
Só de curiosidade, continuei com isso um pouco. Havia dor no seu rosto, mas o gemido era prazer.
_ Vou f***r o seu cu, tão gostoso, Lucy _ falei ao seu ouvido e ela gozou em seguida.
Tirei o plugue, então. Me lançou um olhar de raiva. Sorri e meti o consolo do meu cinto na sua v****a.
_ Não. Chega _ pediu.
Beijei os seus s***s, juntando com as mãos, podia chupar os dois m*****s ao mesmo tempo _ Diz de novo que não quer mais _ duvidei.
Ficou calada, excitada.
Meti com força e completamente. Beijei os seus lábios, acariciando os seus s***s. Mergulhei no seu prazer me deixando levar por seu gemidos e chorinhos de prazer.
_ Que gostosa, Lucy _ falei no último orgasmo que lhe dei.
Depois de tudo, já livre. Se vestia me vendo fazer o mesmo.
_ Posso te ver de novo?
_ Estarei aqui na quinta.
_ Estará com outra.
_ Provavelmente.
Entregou um cartão de visita para mim, que eu peguei.
_ Me liga.
_ Não sei. Eu não gosto de gerar dor.
_ Na verdade, eu só queria experimentar.
_ O que achou?
_ Você fez ser bom. Mas não quero repetir.
_ Boa idéia. Tchau, Lucy _ beijei-a e saí.