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Resgatada Pela Fera - Gatos Perigosos Vol 3

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AGE GAP | AMOR PROIBIDO | CURA MÚTUA | DRAMA E CONFLITOS

Ela foi vendida

Ele a resgatou

Ele não a quer perto dele

Ela não tem para onde ir

Alexander Petrovik odeia seu sobrenome e sua existência. Ele foi traído e ferido pelo amor, se tornando avesso a relacionamentos. Em uma missão para destruir os negócios de um traficante de garotas, ele encontra Lily, uma virgem que seria vendida. Ele a resgata, mas a entrega a própria sorte. Lily não tem para onde ir e o segue sem ele saber, quando ele descobre, faz de tudo para afastá-la. Mas Lily é doce, amarosa e determinada, vê em Alex a sua salvação e não está disposta a abrir mão. Ela prefere ficar ao lado da fera que a odeia, do que ser entregue a própria sorte. Alex por outro lado, não suporta a presença de Lily, porque ela desperta os seus desejos carnais, que ele tentou deixar adormecido a todo custo. Lily também desperta seu pior lado, a fera dentro dele, mas o que Alex não sabe, é que existe uma linha tênue entre o amor e o ódio.

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1 - Salva pela fera
Alexander Eu gosto do inverno, eu gosto da neve, porque ela é gelada igual o meu coração. Me sinto bem no inferno, porque não preciso sair de casa por causa da neve. Apenas estoco comida suficiente para sobreviver, geralmente enlatados, eu odeio cozinhar. Na verdade, não odeio, eu não sei cozinhar. Eu acredito que minha mãe sabia, mas eu não conheci bem a minha mãe, então eu não sei o que é comida de mãe. Apenas sento e imagino como seria comer uma sopa quentinha feita pela minha mãe. Provavelmente é melhor do que sopa enlatada esquentada em um micro-ondas. Escolhi o lugar mais frio e isolado para passar uma temporada nos Estados Unidos, não seria eu se vivesse em civilização. Mas agora estou bem longe da minha zona de conforto, prestes a destruir os negócios de um traficante de garotas, que era associado ao meu pai adotivo, agora falecido. Quando decidi destruir os negócios do Sergey, meu pai adotivo, decidi fazer por completo, sem deixar qualquer ramificação. Minha mãe também foi uma prostituta e sabe lá Deus o que aconteceu para ela escolher essa vida, então tudo era pessoal para mim. Saí da minha fortaleza de gelo para uma missão importante. Os invernos no Oregon eram bem frios e eu preferia vivê-los longe da civilização. Não tão longe, na verdade, uma hora de carro e você consegue encontrar uma alma viva e até um mercadinho local. No geral, eu sou um homem solitário, tenho uma empregada que vem limpar a casa uma vez na semana e é o máximo de contato que tenho com seres humanos no momento. Os desejos carnais gritam às vezes, mas aí me lembro da minha falecida noiva vadiia, que me traiu antes de morrer aos meus olhos. Algumas cenas te marcam para sempre e te causam traumas pesados. Dirigi até Portland e esperei a mensagem do meu contato na casa ao lado da mansão do Águia, um maldito traficante de garotas. Hoje teria um leilão, onde ele iria leiloar as garotas que ele chama de especiais. Geralmente virgens, que seriam vendidas para magnatas, mafiosos e traficantes. Era basicamente comprar, usar e jogar em bordel. Não passavam de seres humanos imundos, que tinham um lugar reservado no inferno. Estava me remexendo desconfortável em um terno, eu era um homem grande e nunca ficava bem um terno, mesmo que sob medida. O meu contato bateu no vidro do carro e eu sai. — E aí, cara? — ele me cumprimentou. — Vamos entrar como convidados, participamos dos leilões e chamamos atenção do Águia. Se nós comprarmos a joia rara da noite, ele vai nos ver pessoalmente. É onde nós o matamos. — Sem armas? E como vamos sair de lá? — Dois dos seguranças do Águia, são infiltrados. Eles vão cuidar de tudo. — Está bem. Fomos autorizados a entrar rapidamente. Chegamos atrasados a conselho do próprio informante, assim o leilão já havia começado. O plano era dar lances em todos os leilões, mas só adquirir a joia rara da noite, que era a melhor e mais cara garota. Sentamos em nossa mesa e rapidamente já trouxeram a primeira garota. Era uma loira bonita, anunciaram ter quinze anos, mas parecia ter menos. Me remexi na cadeira, desconfortável. Esse ato me enojada. — O lance inicial é mil dólares. — rapidamente já levantaram a plaquinha. — Dois mil dólares. — levantei a minha. Os lances seguiram e a garota foi vendida por 15 mil. A segunda garota foi colocada e vendia por 23 mil. Eu já não me aguentava mais com aquele terno e ver garotas jovens sendo vendidas aos meus olhos, quando anunciaram a joia rara da noite. Travei os olhos, porque me recusava a olhar para esse ato horrível, mas abri logo em seguida. Uma menina de vestido vermelho, foi empurrada para o palco, sua pele era branca e sedosa. Ela olhava para baixo, assustada, mas logo levantaram seu queixo e ela olhou diretamente para mim. Seus olhos grandes e assustados me chamaram atenção. Ela era linda, mas apenas uma ratinha assustada. — Ela é uma jovem linda, nunca tocada antes. Totalmente virgem e vendida pelo pai. — O apresentador encheu a boca para descrever a garota. Me levantei da cadeira assim que começam os lances. — Lance inicial dez mil dólares. — Vinte mil. — levantei a plaquinha. — Vinte e três mil. — o homem ao meu lado falou. — Cinquenta mil. — gritei e burburinhos começaram no salão. — Cinquenta e cinco mil. — o maldito insistente falou. A garota me olhou, seus olhos encheram de lágrimas, ativando um lado meu que eu odiava. Não queria sentir pena e compaixão daquela garota, mas o sentimento gritava no meu peito. Levantei a plaquinha e anunciei o valor: — Cem mil dólares. — uma sinfonia foi ouvida no salão, todos cochichando sem parar. — Algum outro lance? Então acho que temos um sortudo. — Ele me olhou e sorriu. — Vendida para o cavalheiro. A garota me olhou, assustada. Enquanto era levada pelo homem, notei que as mãos dela estavam amarradas. O homem sinalizou para que eu o acompanhasse. O meu informante veio logo atrás. Entramos em uma sala, a garota foi empurrada ao meu lado. O Águia estava sentado a nossa frente, ao lado de alguns seguranças. Ele sorriu e bateu palmas. — Parabéns, pela aquisição. Qual é seu nome? — Alexander. — Não parece americano. — Porque não sou. — E é de onde? — Vai fazer diferença minha nacionalidade? Eu compro, pago e vou embora. — Sim, claro. Vai pagar em dinheiro ou... — Primeiro desamarre a garota. Ela não é um animal. — a garota me olhou, enquanto o homem a desamarrava. — Agora vamos ao que interessa. O pagamento. — o Águia falou ríspido. Olhei para o meu informante, que sinalizou rapidamente. Os dois homens que estavam ao lado do Águia, sacaram duas arma, matando os demais seguranças. O Águia sacou uma arma e apontou em direção a mim, eu me joguei por cima da garota e nos abaixamos. Mais tiros foram ouvidos e eu me ergui. O Águia dava seus últimos suspiros e eu me aproximei dele. — Eu vim por Sergey, ele morreu, agora é a sua vez. Maldito! — dei um soco em seu rosto, sentindo seus ossos estalarem. Ele cuspiu o sangue e depois tombou a cabeça, desacordado. Os tiros foram silenciosos, mas haviam mais seguranças na entrada, que iriam entrar assim que notassem a demora deles saírem. Limpei o sangue em minha mão no vestido da garota e a segurei pela mão. Saímos apressados, passando pelo segurança. Saímos da casa rapidamente pelos fundos. Corri até onde estava meu carro, estacionado em um estacionamento de uma casa. Antes de entrar no carro, soltei a garota. Ela me olhou confusa. — Você pode ir embora. — me virei para entrar no carro, mas sua mão pequena segurou o meu braço. Eu a olhei, furioso. — Eu não tenho para onde ir. — ela falou com a voz doce. — Isso não é problema meu. Eu já te salvei não foi? Agora vá embora! — Cara, vai entregá-la a própria sorte? — o meu informante questionou. — Isso não é problema meu. — falei, irritado. — Olha... — abri a carteira e peguei todo dinheiro que tinha. — Tome, pegue. Pegue um carro e procure um hotel, uma delegacia, o que achar melhor. — Cara, você a comprou. Ela é uma virgem, é linda. Leve ela e aproveite bastante, depois você a joga na delegacia. Olhei para o homem, furioso, e pulei em cima dele. Ele tombou no chão e eu o soquei várias vezes no rosto, até senti os meus dedos estalarem. Quando acabei, ele se virou de lado e cuspiu o sangue no chão, depois tombou novamente de costas no chão. Olhei em volta e nenhum sinal da garota, ela havia sumido de vista. Entrei no carro e sai do estacionamento, dirigindo em direção à estrada. Não vi a garota em nenhum lugar na estrada, confesso que fiquei um pouco angustiado, pensando no que poderia acontecer a ela, sozinha por aí, mas o que eu iria fazer com uma garota? Não tinha onde colocá-la. Dei dinheiro suficiente para ela pegar um táxi e procurar uma delegacia. Você fez o que poderia fazer, Alex. Pare de pensar! Dirigi minhas quase três horas até minha casa escondida, os seguranças abriram o portão e eu entrei, parando o carro na frente da casa. Assim que desci do carro, notei um pano vermelho saindo do porta-malas, ele não estava ali antes. Peguei minha arma no porta-luvas e abri o porta-malas rapidamente, apunhando minha arma. A garota gritou e me olhou, com os olhos assustados. A mesma garota do leilão, ela aproveitou o meu descuido e entrou no meu porta-malas. Que garota maldita! — Saia! — gritei. Ela saiu desajeitada, o vestido havia rasgado, descobrindo suas pernas. Seu olhar espantado me irritava profundamente. — O que você está fazendo, sua garota maluca? Por que você entrou no meu-porta malas? — Eu não... Eu... — Você, você? Você é maluca, p0rra? Por que você não foi embora, como eu disse? — Para onde? Para onde eu iria? — Isso não é problema meu. — Talvez não, mas eu achei... — Você não deveria achar nada. Vá embora! — A segurei pelo braço e sai arrastando até o portão. Ela caiu sentada no chão, me fazendo parar. — Levante e saia daqui! Suma da minha frente. — Por favor, se você... — Eu o quê? — Você não me deixa falar, me deixe completar! — ela falou, ríspida e levantou. — Olha, eu não tenho para onde ir, é tarde, eu pensei que talvez você pudesse me ajudar. — Ajudar em quê? Você não vê que sou um homem? Eu não posso ficar com uma garota, como você, não posso te ajudar. Vá embora! — Mas você me ajudou, não foi? Me tirou de lá, me deu dinheiro. — Sim, para você sumir da minha frente. — Mas eu não sei para onde ir, eu... — ela olhou em volta. Ela era tão jovem e inocente, que me irritava. — Mas você não pode ficar aqui, você precisar ir embora. Eu sou homem e moro sozinho, não posso ficar com você na minha casa. — me virei e andei em direção à casa, senti os seus passos atrás de mim e me virei, ela trombou no meu peito. Ela era tão pequena e baixinha, comparada ao meu tamanho. E me irritava tanto, que sentia minha respiração falhar. — Desculpe. — ela falou com a voz doce. — O que você quer? Que eu te jogue na minha cama e te faça m@l? Então fiquei longe de mim. Eu sou malvado. Entendeu? Uma fera! — ela piscou várias vezes, confusa. Eu a empurrei e bati a porta em seu rosto. Deixei ela lá, ela que arrume um jeito de ir embora! Essa garota não é problema meu!

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