DESPERTAR PROIBIDO

1090 Words
A luz da manhã filtrava-se pelas cortinas de veludo do quarto, tingindo o ambiente com um tom dourado e quente. Os raios solares deslizavam sobre os lençóis de seda da cama king-size, onde dois corpos ainda entrelaçados repousavam. Gabriella foi a primeira a despertar, seus cílios tremulando levemente antes que seus olhos castanhos se abrissem por completo. Uma onda de calor a percorreu quando sentiu o corpo de Magno colado ao seu, as costas largas dele pressionadas contra suas curvas, os quadris encaixados com uma intimidad3 que a fez morder o lábio inferior. A noite anterior tinha sido uma mistura de lágrimas, álcool e confissões abafadas — ela havia chorado, pedindo que ele ficasse assim, abraçado a ela, como um escudo contra o mundo. E ele atendeu. Sem questionar. Sem hesitar. Agora, com a ressaca ainda latejando nas têmporas, Gabriella sentia algo muito mais urgente pulsand0 entre as coxas. A lingerie de renda preta que vestia — um conjunto ousado — deixava pouquíssimo à imaginação, e a cueca boxer de Magno, a única barreira entre eles, não conseguia disfarçar a dureza que crescia contra ela. Ele está dur0, pensou, sentindo o membr0 dele pressionar-se contra sua nádeg4, quente e pesado mesmo através do tecido. Um arrepio percorreu sua espinha. Eles nunca tinham ido além de olhares que duravam segundos a mais do que deveriam. Padrinho e afilhada. Um jogo perigoso que os dois brincavam há meses, mas que nunca tinha chegado aquele ponto. Até agora. Gabriella mordeu o lábio, contendo um gemid0. O cheiro dele — masculino, com um toque de uísque e algo profundamente seu — invadia suas narinas, fazendo seu estômago revirar de desej0. Com movimentos lentos, quase imperceptíveis, ela começou a roçar contra a ereçã0 de Magno, sentindo o tecido da cueca dele deslizar contra a renda úmida de sua calcinh4. Ele está dormindo, lembrou-se, profundamente. A respiração dele era pesada, quase um ronco abafado, como se o álcool que ele bebeu no jantar da noite anterior ainda o mantivesse presidiário de um sono profundo. Isso a deixava corajosa. Audaciosa. Com um suspiro trêmulo, ela arqueou as costas, pressionando-se mais firme contra ele, sentindo o p4u dele esticar-se ainda mais, como se respondesse ao seu toque mesmo no sono. —Tá gostando, não tá, padrinho? — pensou, malicios4, enquanto deslizava a mão para trás, os dedos tremendo ao encontrarem o volume dur0 através do tecido. Era gross0. Longo. Muito maior do que qualquer coisa que ela já tinha sentido antes. Um calor úmid0 inundou sua entreperna ao imaginá-lo dentro dela, esticando-a, preenchendo-a até não sobrar espaço para nada além dele. Com cuidado, ela traçou a forma com a ponta dos dedos levemente para não acordá-lo, sentindo as vei4s pulsant3s, a cabeça larga que já vazava umidad3 através da cueca. Ele vai acordar, uma vozinha na sua cabeça avisou, mas ela a ignorou. Não agora. Não quando estava tão molhad4, tão necessitada. Não quando a ideia de ser pega só a excitav4 mais. Gabriella fechou os olhos, entregando-se ao ritmo. Para frente e para trás, esfregando-se nele como uma gata no cio, a renda da calcinh4 agora completamente encharcad4, colada aos lábios inchad0s de sua b0ceta. Cada movimento fazia o p4u de Magno deslizar entre suas nádeg4s, a ponta úmid4 deixando um rastro quente em sua pele. Ela imaginou como seria se não houvesse tecido algum, se ela pudesse simplesmente empurrar o quadril para trás e sentar-se nele, deixando-o afundar dentro dela até não haver mais distância entre eles. Porrraaa4, pensou, a respiração ofegante, eu tô tão putinh4. Mas não conseguia parar. Não quando o corpo dela gritava por isso há tanto tempo. Foi então que ela sentiu. Um leve tensionamento nos músculos de Magno. Uma pausa quase imperceptível em sua respiração. Merda. O coração dela disparou, mas ela não parou. Em vez disso, aumentou o ritmo, esfregando-se com mais força, como se desafiando ele a fazer algo a respeito. Os dedos dela apertaram a base do p4u dele, massageando-o através da cuec4, enquanto o outro braço se esticava para trás, as unhas cravando-se na coxa musculosa de Magno. Acorda, implorou silenciosamente, me pega. Me fod3. Faz alguma coisa. Mas ele permaneceu imóvel, a não ser pela ereçã0 que parecia inch4r ainda mais a cada segundo, como se estivesse lutando contra as costuras da boxer. Gabriella quase riu, mas o som morreu em sua garganta quando Magno, finalmente, moveu-se. Não para afastá-la. Não para repreendê-la. Mas para ajustar o quadril, pressionando-se mais fundo contra ela, como se estivesse sonhando e, mesmo inconsciente, quisesse mais. Um gemid0 baixo escapou dos lábios de Gabriella, abafado pelo travesseiro. Ele sabe. Ele sabe e está deixando. A ideia a deixou tonta. Suas mãos tremiam agora, uma descendo para deslizar por baixo do elástico da calcinha, os dedos encontrando seu clitór1s latejant3, já tão sensível que o menor toque a fez estremecer. Ela começou a se masturb4r, devagar, em círculos apertados, enquanto continuava a esfregar-se em Magno, o som molhad0 de seus dedos misturando-se ao farfalhar dos lençóis de seda. —Vai goz4r assim, padrinho? — sussurrou, tão baixo que só ela poderia ouvir, enquanto a pressão em seu ventre crescia, insuportável. — Vai deixar sua afilhada te fazer goz4r enquanto tá dormindo? A perversidad3 da situação a excitav4 além da razão. Ela era dele. Sempre tinha sido, de alguma forma. E agora, com o p4u dele pulsando contra ela, com os dedos dela afundados em sua própria b0ceta, ela não conseguia pensar em nada além de como seria finalmente ser tomada por ele. Sem desculpas. Sem arrependimentos. Apenas carne, suor e gemid0s abafados. Magno respirou fundo, como se estivesse acordando de verdade dessa vez, mas ainda assim não se mexeu. Não falou. Não a parou. E isso foi tudo que Gabriella precisou. Com um suspiro trêmulo, ela aumentou o ritmo dos dedos, esfregando seu clitór1s com uma urgência desesperada, enquanto empurrava para trás, sentindo a cabeça do p4u de Magno deslizar entre suas nádeg4s, quase como se estivesse procurando um caminho. Quase como se ele quisesse entrar. O orgasm0 a atingiu como um raio, silencioso mas devastador, seus músculos internos contraindo-se em ondas quentes, a b0ceta jorrand0 suco nos dedos enquanto ela mordia o travesseiro para não gritar. As coxas tremiam. O corpo ardia. E mesmo assim, mesmo depois de goz4r, ela não parou de se mover, não parou de provocar, como se quisesse que ele a pegasse ali mesmo, suja e molhad4, e a fodess3 até ela esquecer seu próprio nome.
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