A reunião tinha terminado, mas Bruna não estava satisfeita. Não bastava expor. Ela queria destruir. Ela saiu do prédio com passos firmes, salto ecoando pelo mármore do hall como tiros calculados. Não havia histeria nela. Não havia descontrole. Havia estratégia. O afastamento temporário de Magno era só o primeiro movimento. Mas não garantia queda. Magno era respeitado demais. Tinha histórico demais. Era competente demais. E ainda tinha Gabriella. E isso era o problema. Gabriella. Se a narrativa se tornasse “amor proibido”, o escândalo poderia até manchar… mas sobreviveriam. Se virasse “manipulação”, o dano seria maior. Mas se virasse crime? Aí não haveria retorno. Bruna entrou no carro, fechou a porta com calma e pegou o celular. Um nome. Bernardo. O jovem advogado que v

