FANTASIAS NO ESCRITÓRIO

1791 Words
A Sala de Magno era um espaço que respirava poder. As paredes revestidas de madeira escura refletiam a luz fraca das luminárias de design italiano, enquanto o cheiro de couro e tabaco ainda pairava no ar, mesmo horas depois de ele ter apagado o charuto. O tapete persa sob os móveis amortecia qualquer som, tornando o ambiente quase silencioso, exceto pelo leve zumbido do ar-condicionado. Era tarde, a empresa já estava vazia, e só restavam dois corpos naquele espaço: o dele, imóvel atrás da mesa de mogno, e o de Bruna, a sócia ruiva, que se recostava na cadeira de visitante com as pernas cruzadas, a roupa sempre justa, realçando cada curva do corpo esculpido por anos de pilates e academia. Ela brincava com a caneta entre os dedos, os lábios pintados de um vermelho escuro se curvando em um sorriso que não chegava aos olhos. — Você está quieto hoje, Magno. Algo te incomoda? — A voz era melosa, mas o tom era de desafio. Bruna não era do tipo que se contentava com migalhas de atenção. Queria tudo, e queria agora. Os dedos dela deslizaram pela borda da mesa, aproximando-se dos seus, como se testasse limites. Magno não olhou para cima. Os documentos sob suas mãos eram apenas uma desculpa para não encará-la ainda. Ele sabia o jogo que ela jogava — sempre o mesmo: provocação, tensão, a promessa velada de que, se ele ceder, ela daria o que ele queria. Mas hoje não era dia para brincadeiras. Hoje, a paciência dele estava no limite. Com um movimento lento, ele fechou a pasta, alinhou as bordas com precisão militar e, finalmente, levantou os olhos. Os dela brilhavam, triunfantes, como se já soubesse que tinha ganho. — Você sabe exatamente o que me incomoda, Bruna. — A voz dele era baixa, áspera, como areia sob os pés. — E não é a porr4 dos relatórios, é essa sua mania de ficar se metendo onde não deve. Ela riu, um som agudo que ecoou pelas paredes vazias. — Ah, então é isso. O grande Magno, intocável, finalmente admitindo que tem limites, que se tornam necessidades. — Os dedos dela agora traçavam círculos no próprio colo, descendo devagar, como se estivesse se tocando na frente dele. — Ou será que é a Gabi que te deixou assim? Essa sua afilhada tão… inocente. Eu percebo como ela tem te... estressado. O nome dela foi como um tapa. Magno sentiu os músculos do maxilar se contraírem, as veias no pescoço pulsando. Inocente. A palavra doía. Porque ele sabia que, por trás daqueles olhos castanhos e do sorriso doce, Gabriella escondia algo muito mais perigoso do que Bruna jamais seria. Algo que o fazia perder o sono. Algo que o fazia querer. Antes que pudesse pensar, ele se levantou com um movimento brusco, a cadeira rangendo ao ser empurrada para trás. Bruna nem teve tempo de reagir. Os dedos dele se fecharam em torno do pescoço dela, não com força suficiente para sufocar, mas o bastante para imobilizá-la. O sorriso desapareceu dos lábios dela quando foi puxada para frente, o corpo colando no dele. — Você gosta de provocar, não é? — A respiração dele era quente contra a boca dela, o cheiro de uísque e menta se misturando ao perfume caro de Bruna. — Então aguenta. Não houve aviso. Os lábios dele esmagaram os dela num beijo que não era romântico, não era carinhoso — era posse. Dentes batendo, línguas se chocando, os dedos dele apertando mais, como se quisesse marcar. Bruna gem3u contra a boca dele, mas não de praz3r. De raiva. As unhas dela cravaram no antebraço dele, e, quando ele finalmente a soltou, a palma da mão dela voou, estalando contra a bochecha dele com um som seco. — Filho da put4! — ela cuspiu, os olhos ardendo. — Você acha que pode me tratar como uma de suas putinh4s? Magno não se moveu. O gosto de sangue na boca — ela tinha mordido o lábio dele no beijo — só o deixou mais excitad0. Passou a língua pelos dentes, saboreando a dor. — Não. Trato você como o que você é. — A voz era um rosnado. — Uma cadel4 que late, mas não morde de verdade. Ela ia responder, ia xingá-lo, ia fazer algo — mas ele não deu chance. Com um empurrão, a pressionou contra a parede, o corpo dela batendo com força suficiente para fazer os quadros tremerem. As mãos dele desceram pelos braços dela, imobilizando-os acima da cabeça, enquanto a boca dele voltava a atacar a dela, dessa vez com mais fúria. Bruna lutou, torceu o corpo, mas ele era mais forte, mais pesado, e cada movimento dela só fazia com que os sei0s pressionassem contra o peito dele, os mamil0s duros mesmo através do tecido. Magno começou a ficar de p4u duro instantaneamente. — Vai b*******a punhet4, seu desgraçad0 — ela sibilou entre beijos forçados, a perna tentando se levantar para atingi-lo, mas ele a segurou pela coxa, os dedos afundando na carne macia. — Não. — Ele mordeu o lábio inferior dela, puxando até ela gem3r. — Você é que vai me fazer goz4r. Sem mais cerimônia, ele a soltou. Bruna escorregou pela parede, ofegante, os cabelos ruivos desgrenhados, a maquiagem levemente borrada. Magno não olhou para trás. Caminhou até o sofá de couro preto que ficava no canto da sala, o mesmo onde já tinha negociado milhões, onde já tinha destruído homens com um simples olhar. Sentou-se, as coxas afastadas, e com movimentos deliberadamente lentos, desabotoou o cinto. O som da fivela se soltando ecoou como um tiro. — De joelhos. — Não era um pedido. Bruna o encarou, os peit0s subindo e descendo com a respiração acelerada. Por um segundo, ele achou que ela ia recusar. Que ia virar as costas e sair, deixá-lo ali, com a porr4 do p4u duro e latejand0 dentro da calça. Mas não. Ela não era assim. Com um sorriso lento, quase cru3l, ela se ajoelhou no tapete, as mãos apoiadas nas coxas dele, os dedos pintados de vermelho escarlate contrastando com o tecido escuro das calças. — Tão mandão— ela murmurou, os olhos fixos nos dele enquanto puxava o zíper. — Será que a sua afilhada sabe como você gosta de ser superior? O p4u dele saltou para fora, gross0, as veias saltadas, a cabeça já úmida de pré-goz0. Magno não respondeu. Não ia dar a ela a satisfação de ver que o nome de Gabriella o afetava. Em vez disso, fechou os olhos quando os dedos frios de Bruna se fecharam em torno da base, as unhas arranhando levemente a pele sensível dos testícul0s. A boca dela era quente. Úmida. Experiente. A língua traçou um caminho pela veia latejant3 antes de engoli-lo até a garganta, os lábios se fechando com pressão perfeita. Magno soltou um rosnado, os dedos se enterrando nos cabelos dela, guiando-a para baixo, para mais fundo. — Isso. Engole tudo, sua put4. Bruna obedeceu, mas não sem resistência. Cada vez que ele empurrava a cabeça dela para baixo, ela fazia um som sufocado, as mãos dele apertando os cabelos dela até os olhos dela lacrimejarem. Mas ela não parava. A saliva escorria pelos cantos da boca, molhando os dedos dele, enquanto ela trabalhava o p4u dele com uma combinação de sucçã0 e movimentos de mão que faziam os quadris dele se levantarem do sofá. Gabriella. O nome ecoou na mente dele, uma fantasia proibida que o queimava por dentro. Ele imaginou os lábios dela—macios, inexperientes — tremendo ao redor do p4u dele, os olhos grandes e assustados olhando para cima, pedindo permissão. Imaginou as mãos pequenas dela, hesitantemente explorando os testícul0s, a respiração dela acelerando quando ele gem3sse. Imaginou possuí-la. Completamente. — Porr4— ele grunhiu, os quadris se movendo em ritmo descontrolado, empurrando a boca de Bruna cada vez mais fundo. Mas não era Bruna que ele via. Era ela. A afilhada. A proibida. A que ele nunca poderia, ou pelo menos deveria ter. Bruna deve ter sentido a mudança. Os dedos dela se apertaram nas coxas dele, as unhas quase perfurando o tecido da calça. Ela puxou para trás, ofegante, a saliva formando um fio entre os lábios e a cabeça do p4u dele. Magno não respondeu com palavras. Em vez disso, agarrou os cabelos dela com força e a puxou de volta, o p4u batendo no fundo da garganta dela. Bruna engasgou, as mãos batendo nas coxas dele, mas ele não soltou. Não até sentir a garganta dela se contrair ao redor da cabeça do p4u, não até os olhos dela se encherem de lágrimas. — Obedece — ele ordenou, a voz rouca. — E chup4. Dessa vez, ela não resistiu. Ou talvez tenha aprendido que a resistência só o excitav4 mais. A língua dela trabalhou a parte de baixo do p4u enquanto os dedos massageavam os testícul0s, e Magno deixou a cabeça cair para trás no sofá, os olhos fechados, a fantasia tomando conta. Gabriella de joelhos. Gabriella obedecendo. Gabriella gemend0 enquanto ele enfiava o p4u na garganta dela, ensinando-a como engolir, como respirar através do nariz, como tomar tudo sem reclamar. — Vou goz4r— ele avisou, os dedos apertando os cabelos de Bruna em punhos. — E você vai engol1r cada gota. Ela não teve escolha. O primeiro jorr0 foi forte, quente, batendo no fundo da garganta dela. Bruna engasgou, mas ele não soltou, mantendo-a ali enquanto o resto do goz0 saía em pulsos gross0s, enchendo a boca dela, escorrendo pelos cantos. Só quando o último tremor passou é que ele a soltou, empurrando-a para trás com um movimento brusco. Bruna caiu de costas no tapete, tossindo, a mão limpando o esperm4 que escorria pelo queixo. Os olhos dela o encaravam com uma mistura de ódio e excitaçã0. — Filho da put4— ela repetiu, mas dessa vez, a voz estava rouca. Fragilizada. Magno não deu tempo para ela se recuperar. Levantou-se do sofá, o p4u ainda semi-dur0, pingando, e em dois passos estava sobre ela. Agachou-se, agarrou os pulsos dela e os prendeu acima da cabeça com uma só mão, enquanto a outra rasgava o tecido da roupa dela, expondo os sei0s firmes, os mamil0s rosados já duros. — Agora vou te mostrar o que acontece quando você provoca demais — ele sibilou, a boca descendo sobre um dos mamil0s, mordendo com força suficiente para fazê-la gritar. Bruna arqueou as costas, o corpo respondendo apesar da raiva. — Vai se fod3r, Magno! Ele riu, um som sombrio, enquanto a mão livre deslizava pela barriga dela, mergulhando sob a calcinh4. — Não, minha querida. — Os dedos encontraram o clitór1s inchado, úmid0. — Você é que vai ser fodid4.
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