— Bianca Uma chama parecia me queimar por dentro. Eu estava assustada, confusa e completamente apaixonada. Quando voltei para a festa, vi um grupo de meninos rodeando a Marciele. Ela olhava de um para o outro, atordoada. Me aproximei e segurei seu braço; ela pareceu aliviada ao me ver. — Onde você estava? — rosna pra mim. — Vem, vamos ali na churrasqueira. — digo, puxando-a pelo braço. — A gente já volta — aviso aos meninos, que agora dividiam a atenção de Marciele comigo. — Cara, você não tem noção das coisas que tive que escutar ali. Esses caras são uns babacas — ela reclama, pegando um pratinho e esperando o churrasqueiro colocar a carne. Mas eu m*l prestava atenção. Estava agoniada. Minhas pernas ainda bambas, meus lábios ainda com o gosto dos dele. Cara, ele usou a língua...

