POV Normani
Abri a porta de casa com cuidado e devagar pra não fazer barulho. Já passava das duas da manhã e Dinah com certeza estava dormindo. Eu não queria acordá-la para dar uma surpresa pra ela.
Passei dois meses fora, por assuntos de trabalho, e consegui chegar dois dias antes do dia que eu lhe disse que chegaria. Eu estava louca pra ver ela e louca pra matar a saudade.
Subi as escadas fazendo o menor barulho possivel com os saltos que eu estava usando e quando cheguei no nosso quarto, abri a porta bem devagar. Deixei a minha mala no canto do quarto e olhei minha mulher que dormia na nossa cama king size, de barriga pra cima. As cortinas estavam fechadas mas as persianas estavam abertas e a claridade da rua entrava dentro do quarto e iluminava o corpo de Dinah. Eu mordi o lábio quando vi um volume no lençol, bem no meio das pernas dela e logo sorri. Parecia até que ela sabia que eu ia chegar e estava preparada pra mim.
Eu tirei os sapatos e deixei eles do lado da mala e depois tirei também a saia e a camisa social que eu estava usando, ficando só de calcinha e sutiã. Depois, fui até a cama e subi na mesma, destapando ela e colocando uma perna em cada lado do corpo adormecido da minha mulher. Ela estava usando uma regata branca e uns boxers preto e aquilo acendeu meu fogo na hora. Eu sustive meu corpo para não tocar o de Dinah, pois eu ainda não queria que ela acordasse. Ela estava com o rosto virado pra esquerda, deixando o pescoço dela exposto e eu aproveitei pra dar alguns beijos bem de leve naquela zona.
Ela nem se mexeu e meus beijos foram ficando cada vez mais demorados e mais molhados. E não eram a única coisa molhada ali. Quando eu terminei com o pescoço, eu levantei a regata folgada que ela estava usando e comecei a beijar a barriga dela. Dinah suspirou em sonhos mas não acordou. Eu enchi a barriga dela de beijos e passei a língua desdo umbigo dela até a barra da cueca. Olhei pra cima para ver se ela tinha acordado mas ela continuava dormindo profundamente. Aquela mulher dormia que nem uma pedra!
Eu segurei a barra da cueca dela e puxei pra baixo devagar, liberando o p*u dela aos poucos. Assim que a cabeça saltou pra fora, eu não aguentei e passei a ponta da língua pelo buraquinho de onde já saia um pouco de pré-g**o. Ela se mexeu um pouco quando eu fiz isso mas mesmo assim não acordou. Eu terminei de tirar a cueca e logo abri mais as pernas dela pra ter espaço e encostei o rosto na base do p*u dela. Passei a língua de baixo pra cima, desda base até a cabeça e chegando lá eu envolvi-a com os lábios e dei uma leve chupada.
Dinah começava a ficar inquieta e eu percebi que ela estava quase acordando, então resolvi chupar com mais força. Chupei apenas a cabeça uma vez e logo engoli um pouco mais da metade do p*u dela e voltei a chupar. Escutei um gemido e logo uma respiração agitada e voltei a olhar pra cima, dessa vez encontrei os olhos de Dinah fixos em mim. Primeiro sua expressão era de confusão e surpresa e logo de felicidade. Ela abriu um sorriso e colocou as mãos no meu cabelo, puxando de leve para que eu parasse o que estava fazendo e conduziu o meu rosto até o dela, me dando um beijo intenso.
"Você não me avisou que chegava hoje." Ela disse com voz de sono, ao terminar o beijo.
"Porque queria te fazer uma surpresa. Gostou?"
"Amei!"
Ela voltou a me beijar e eu me sentei em cima dela, bem em cima de seu p*u e dei uma leve rebolada, que fez que nós duas gemessemos. As mãos grandes de Dinah apertaram a minha b***a e ela foi sentando na cama aos poucos. Quando meus s***s ficaram na altura da boca dela, ela tirou meu sutiã e colocou um deles na boca. Ela chupava com uma certa violência porque ela sabia que eu gostava e eu gemia e rebolava mais no p*u dela.
Eu estava com tanta pressa de sentir ela dentro de mim, que eu mesma só afastei a minha calcinha e depois de me esfregar no p*u dela um pouco, fui sentando nele aos poucos. Dinah largou o meu peito e gemeu, segurando com força na minha cintura, enquanto eu segurava nos ombros fortes dela em busca de apoio. Eu sentei até o final, até que todo o m****o dela estava dentro de mim e comecei a subir e baixar nele, nem muito rápido e nem muito devagar. Doia um pouco porque eu estava a dois meses sem sexo e o p*u de Dinah não era precisamente pequeno mas eu gostava daquela dor.
Dinah apenas segurava firme na minha cintura e me olhava subir e descer na rola dela, enquanto suspirava e mordia o lábio. Já eu não conseguia conter os gemidos que se formavam na minha garganta e lutavam por sair. Eu segurava com força nos ombros da minha mulher e cavalgava ela cada vez mais rápido e toda vez que eu rebolava na baixada, ela gemia junto comigo.
Chegou uma hora que Dinah não aguentou mais e sentiu a necessidade de controlar a situação. Ela me deitou na cama, ficando por cima de mim e subiu a minha perna direita, até que meu pé ficou apoiado no ombro dela. Eu agradeci em silêncio meus anos de dança e de ginástica ritmica, porque se eu não tivesse a flexibilidade que eu tinha, aquilo com certeza doeria. Ela apertou a minha outra coxa e se segurou na minha perna enquanto estocava com força dentro de mim.
Nós sempre fomos muito carinhosas uma com a outra a todo momento mas na cama nós sempre gostamos de um sexo mais duro. Se bem que de vez em quando também era bom fazer um amor romântico, mas depois de dois meses na seca não tinha como.
Dinah já estava de olhos fechados, gemendo baixinho e eu estava com a cabeça jogada pra trás, gemendo alto. Graças a Deus que morávamos numa casa porque senão os vizinhos reclamariam, sem dúvida. O p*u dela parecia que ia me rasgar por dentro e meus olhos lacrimejavam em uma mistura de desconforto e prazer, enquanto eu cravava as minhas unhas nos ombros dela.
"Isso, amor. Me fode mais forte!" Eu gemia.
Ela sorria com isso e mordia meu lábio, chupando ele em seguida e aumentava o ritmo das estocadas. Eu me segurava no lençol e arqueava as costas, levantando o corpo da cama e sentindo ela chegar ainda mais fundo. Eu já estava fora de mim, delirando de t***o e bastou um leve gesto circular do polegar dela no meu c******s pra me fazer gozar.
Eu arqueei mais ainda as costas e meu corpo ficou rígido por um instante, enquanto eu aprisionava o p*u de Dinah dentro de mim e gemia o nome dela. Ela me deu vários beijos no rosto enquanto meu corpo ia relaxando aos poucos, tal como a minha b****a. Assim que eu voltei aos meus sentidos, Dinah tirou o p*u dela; que ainda estava duro; de dentro de mim e me olhou com um sorriso que eu já sabia o que significava.
"Deixa eu acabar atrás, deixa amor?"
Geralmente, eu não cedia fácil aos pedidos dela pra fazer anal mas como aquela noite eu estava em chamas, eu não dei guerra e simplesmente me virei na cama, ficando de costas pra ela. Ela entendeu que aquilo era um sim e depois de dizer um "Sim!" animado, ela foi pegar o lubrificante que a gente guardava na gaveta do criado mudo. Esperei enquanto ela passava o lubrificante pelo p*u e logo fiquei de quatro na beira da cama. Dinah estava de pé atrás de mim e logo senti ela espalhar o líquido frio pelas minhas pregas. Aquilo me fez arrepiar por completo.
A próxima coisa que senti foi um dedo entrando no meu cu e relaxei enquanto Dinah me preparava pro p*u dela. Logo senti outro dedo se unir ao primeiro, e logo um terceiro. Depois de um bom tempo laceando meu buraco, ela colocou a ponta de p*u na entrada e foi empurrando aos poucos. Eu mordi as costas da minha mão à medida que ela ia entrando, aquilo doía mas a promesa de que depois ficaria bom era suficiente para que eu aguentasse firme. Dinah ia com cuidado, entrava aos poucos e fazia um carinho nas minhas costas enquanto isso, tentando me acalmar.
Depois dela estar completamente dentro, ela ficou um tempo parada, apenas fazendo carinho em minhas costas e na minha b***a. Eu tentava controlar a respiração e relaxar o corpo para a dor passasse logo e depois de uns poucos minutos, eu estava pronta. Dinah começou a entrar e sair devagar, massageando a minha b***a o tempo todo e assim as estocadas iam ficando mais rápidas e fortes progressivamente.
Em poucos minutos, ela já metia sem dó enquanto dava alguns tapas na minha b***a e eu gemia e apertava o lençol, empurrando minha b***a pra trás. Dinah parecia possuída, movia a cintura pra frente e pra trás numa rapídez incrível e gemia enquanto apertava minha b***a e minha cintura. Eu sabia que meu corpo doeria horrores de manhã, mas nem ligava. Sempre que eu ficava dolorida depois de uma transa selvagem, Dinah cuidava de mim como se eu fosse um bebê e eu amava isso.
Ela começou a beijar minhas costas, meu pescoço, meus ombros, cada parte do meu corpo que ela alcançava e anunciou que estava prestes a gozar. Eu incentivei ela a continuar, dizendo que queria o leite quente dela dentro de mim e depois de mais algumas estocadas fortes, ela parou e jorrou toda sua p***a dentro do meu cu.
Eu joguei meu corpo pra trás ao sentir isso e colei meu corpo no dela, que me abraçou e ficou alisando minha barriga enquanto nós nos beijávamos e ela continuava gozando dentro de mim. Era incrível a quantidade de g**o que ela tinha acumulado, isso me fez comprovar que ela não tinha quebrado a promesa que fizemos de não nos masturbarmos. Eu sabia que assim, o sexo seria muito melhor. E como eu estava certa!
Dinah foi relaxando o corpo aos poucos e eu ia sentindo o p*u dela amolecer antes dela tirar ele com cuidado. Eu já sentia meu cu ardendo e sabia que passaria um inferno pra sentar no dia seguinte mas isso não tirou o sorriso do meu rosto. Eu estava feliz de voltar a estar em casa com a minha mulher e nada mudaria meu estado de humor.
Depois de recuperarmos nossas forças, Dinah me carregou pro banheiro, onde tomamos um longo banho entre beijos e carícias. Depois disso, mudamos os lençóis e nos deitamos, abraçadas no meio da cama. Eu contei pra ela tudo que tinha feito durante aqueles meses, quando não estava em alguma reunião chata e ela também me contou como tinham sido seus dias. Ficamos nisso até que nossos olhos começaram a pesar e pegamos no sono juntas.
Era a primeira vez depois de dois longos meses que eu dormia feliz, pois eu estava finalmente nos braços do amor da minha vida.