POV Camila
Eu não sei dizer ao certo quando foi que eu me apaixonei pela minha irmã. Só sei que um dia, me peguei olhando pra ela de uma maneira diferente.
Eu e Ally sempre fomos muito unidas, graças a pouca diferença de idade que nós tínhamos, sempre fomos bastante amigas. Nossas amigas até ficavam admiradas porque o mais normal do mundo é irmã brigar, sair no tapa e etc. Mas nós nunca tivemos esse problema, até porque com os pais que nós tínhamos nós estariamos ferradas se não pudéssemos contar uma com a outra.
Nossos pais eram do tipo de pessoas que se negavam a aceitar que estavam velhas. Viviam saindo, passando a noite fora, viajando quase todo fim de semana. Até maconha os velhos fumavam. Em definitiva, nós só tínhamos uma à outra. Ela era a minha rocha e eu era a dela.
De algum modo esse amor de irmã e de amiga que eu sentia por ela foi mudando com o passar do tempo. Eu me pegava imaginando coisas totalmente erradas sempre que estava perto dela. Quando ela entrava na cozinha de manhã, eu imaginava ela sentando no meu colo e me dando um beijo de bom dia nada casto. Quando estávamos assistindo um filme juntas no sofá e ela deitava a cabeça no meu colo, eu imaginava ela brincando com o meu p*u e tinha que sair correndo pra ela não sentir que meu p*u ficava duro.
Era uma tortura.
Mas muito pior era quando eu via ela com o i*****l do namorado, ou pior ainda, quando ela trazia o infeliz pra casa. Meu ódio por ele não era simplesmente porque eu queria o que ele tinha mas principalmente porque ele não tratava Ally como ela merecia. Ela merecia ser tratada como uma princesa e aquele animal tratava ela como um objeto. Eu não conseguia entender como ela podia gostar de alguém assim. Eu morria de ódio cada vez que via eles se beijando, cada vez que via ele alisando ela, cada vez que ela sorria pra ele e dizia "eu te amo".
Era eu quem ela deveria beijar, quem deveria alisar ela. Era pra mim que ela deveria dizer "eu te amo" com aquele sorriso lindo. Eu amava ela muito mais que ele, muito mais que qualquer outra pessoa. Eu trataria ela com o respeito que ela merece e cuidaria dela sempre, eu faria ela se sentir amada. Mas como eu ia explicar isso pra ela? Nós éramos irmãs e ela nunca me amaria de outro modo que não fosse como irmã, como amiga, como confidente. Tudo que eu podia fazer era continuar no meu mundo de ilusão, imaginando que ela era minha.
Mas tudo isso mudou uma noite que ela chegou em casa chorando como se alguém tivesse morrido. Ela bateu a porta e subiu as escadas correndo, sem nem falar comigo. Eu fiquei preocupada; é claro; e fui atrás dela. Quando cheguei no quarto dela, a porta já estava fechada, então eu bati de leve e abri devagar.
Ela estava deitada na cama, em posição fetal, abraçando o travesseiro e chorando no mesmo. Ver ela daquele jeito acabava comigo, era como se eu pudesse sentir a dor dela. Eu me aproximei devagar e sentei na beira da cama, olhando pra ela e passando a mão pelo cabelo dela que caia no rosto.
"O que aconteceu?"
Ela me olhou com os olhos vermelhos e depois voltou a olhar pra baixo e disse com voz de choro: "Eu fui no cinema com as meninas e vi o Steve com outra lá. Eles estavam se beijando e quando eu fui dizer pra ele que estava tudo acabado, ele ainda teve a coragem de dizer que a culpa era minha porque eu não transava com ele."
As bolas daquele animal estavam com as horas contadas! Como ele se atrevia a trair a minha irmã e ainda humilhar ela desse jeito? Eu ia aproveitar isso pra fazer o que eu sempre quis e socar aquele filho da p**a até ele chorar.
"Não chora por causa desse i*****l, ele não merece as suas lágrimas." Eu limpei as lágrimas dela enquanto falava. "Ele nunca te mereceu, Ally. Ele é um i****a que nunca soube te tratar direito, que nunca deu valor pra você. Você merece coisa muito melhor. Merece alguém que te ame de verdade e que te trate do jeito que você merece ser tratada."
Ela sentou e veio pra perto de mim, me abraçando forte e chorando no meu ombro. Eu abraçei ela de volta, fazendo carinho nas costas dela e sussurrando palavras de apoio.
"Está tudo bem, eu estou aqui." Eu disse baixinho, dando um beijo no topo da cabeça dela.
O que aconteceu depois, parecia um sonho. Ally se afastou um pouco e limpou o rosto com as mãos enquanto me olhava nos olhos e depois, encostou os lábios nos meus. Foi apenas um segundo; apenas um leve toque; mas foi suficiente pra fazer que meu coração acelerasse e eu sentisse que estava voando.
Eu não soube o que fazer, fiquei apenas olhando pra ela, esperando ela fazer ou dizer algo.
"Você me ama, não ama?"
Eu assenti na mesma hora. "Mais do que qualquer outra coisa no mundo."
"Então me ama essa noite. Eu preciso..." Ela voltou a se aproximar, dando alguns beijos pelo meu maxilar. "Eu preciso me sentir amada."
Eu sabia que ela estava fazendo aquilo porque estava carente mas como eu podia negar esse pedido? Afinal, era tudo que eu mais queria. Talvez ela se arrependesse na manhã seguinte, talvez ela ficasse com raiva de mim por não ter sabido dizer que não mas eu não podia deixar passar essa oportunidade. Poderia ser a primeira e a última, poderia ser a única. Se ela precisava se sentir amada, eu ia mostrar pra ela o quão amada ela era.
Eu segurei o rosto dela, acariando ambos lados com os polegares. "Tem certeza?"
Ela fez um gesto de afirmação com a cabeça e aquela foi a resposta que eu precisava para voltar a unir nossos lábios. Eu beijei ela com calma, como se tivessemos todo o tempo do mundo. Deixei que nossos lábios e nossas línguas se familiarizassem aos poucos enquanto ela ia se deitando na cama devagar.
Eu continuei sentada no mesmo lugar, olhando como ela abria a camisa botão por botão até deixar aparecer o sutiã preto que ela estava usando. Quando ela terminou de desabotoar a camisa, ela abriu a mesma, revelando a barriga lisa e dourada. E depois ela se desfez da saia e eu só olhava o corpo dela hipnotizada.
Ela segurou a minha mão e colocou na barriga dela e ficou guiando a mesma pelo seu corpo. Primeiro ela a levou até o meio dos seus s***s e passou ela por cima de ambos. Logo ela abriu o sutiã; que por sorte era dos que abrem pela frente; e colocou minha mão bem em cima de um deles. Ela me olhava o tempo inteiro e eu não conseguia tirar os olhos de onde estava a minha mão. Ally colocou a mão dela por cima da minha e me fez apertar de leve o seio dela, passando a língua pelo lábio.
Eu ficava cada vez mais excitada com aquilo e meu p*u já estava duro. Ally fez o mesmo com o outro seio e eu vi como os b***s ficavam duros e tive vontade de cair de boca neles. Ela guiou minha mão pra baixo, passando pela barriga dela novamente e abriu as pernas, colocando minha mão no meio delas. Assim que minha mão tocou a b****a quente dela; mesmo que por cima da calcinha; eu senti meu corpo inteiro arrepiar. Ally fechou os olhos e deu uma gemidinha e foi ai que percebi que eu estava alisando a b****a dela por conta própria.
Eu me sentei mais perto e deu uma apertada no sexo dela, o que fez ela gemer novamente. Depois de comprovar que ela estava gostando, eu levei minha boca até o seio esquerdo dela e comecei a chupar o bico. Ally logo entrelaçou os dedos dela no meu cabelo, puxando minha cabeça mais pra baixo. Eu coloquei o máximo que eu pude do peito dela na boca e chupei, eu via a pele dela arrepiar com isso e sorria pra mim mesma.
Fiz o mesmo com o outro seio, enquanto colocava a minha mão por dentro da calcinha e passava dois dedos pela b****a molhada dela. A respiração dela já começava a ficar irregular e eu fiquei esfregando o seu c******s por um bom tempo. Eu tirei a boca do peito dela e voltei a beijar aqueles lábios suaves e doces, agora com mais voracidade que da outra vez. Eu chupava a língua dela, chupava o lábio e dava algumas mordidas no mesmo. Ally já se esfregava na minha mão sem a mínima vergonha e meu p*u doia de tão duro. Ela parou o beijo depois de alguns segundos e me olhou.
"Você está com roupa demais."
Depois de dizer isso, ela se sentou na cama e eu tirei a mão do meio das pernas dela. Enquanto ela abria o botão e o ziper da minha calça jeans, eu aproveitei pra levar meus dedos molhados até a boca e chupar eles, sentindo o gosto dela. Ela tinha um sabor maravilhoso e eu chupei os dois dedos, até que não restou nada.
"Gostou do meu gosto?" Ela perguntou, com um sorriso divertido.
Eu sorri de volta e afirmei com a cabeça, antes de tirar a minha camisa e ficar de pé pra tirar a calça. Enquanto eu tirava a calça e a cueca, Ally tirava a camisa e o sutiã, ficando apenas de calcinha. Logo ela veio até a beira da cama e sentou de joelhos, passando a mão pela minha barriga.
"Eu também quero sentir seu gosto."
Quando escutei isso, meu p*u ficou ainda mais duro, se é que era possivel. Ally deu vários beijos pela minha barriga, descendo cada vez mais até chegar no meu p*u. Ela segurou ele pela base e dei um beijinho na ponta e eu quase gozei com a cena.
"Como ele cresceu, Mila."
Ela sabia porque tinha me visto pelada uma vez a uns dois anos atrás. Eu apenas sorri em resposta e ela começou o trabalho. Passou a língua por toda a extensão do meu p*u, deixando ele todo molhado de saliva e depois começou a punhetar metade enquanto chupava a outra metade. Ai foi minha vez de gemer. Eu jamais imaginei que um dia a minha irmã chuparia o meu p*u.
Ela sugava com vontade e minhas pernas iam ficando cada vez mais fracas. Eu segurava o cabelo dela num r**o de cavalo falso e não conseguia ficar com os olhos abertos, eu queria muito olhar ela me chupando mas era impossivel. Aquilo era bom demais, eu me sentia nas nuvens. Em pouco tempo, ela tirou a mão e engoliu todo o meu p*u. Eu tive que segurar firme pra não gozar quando senti a cabeça tocar a garganta dela.
Ally subia e descia a boca com cada vez mais desenvoltura, chupando meu p*u inteiro. Quando ela começou a brincar com as minhas bolas enquanto chupava, eu tive que parar ela senão eu ia acabar gozando. Ela parou de me chupar e esticou o corpo pra me beijar, eu nem liguei pro meu gosto que estava na língua dela e beijei de volta.
Fui deitando ela na cama novamente e depois de tirar a calcinha encharcada, eu me deitei no meio das pernas abertas dela. Puxei o corpo dela mais pra baixo pelas coxas, até que a b****a dela roçava o meu p*u e ficamos nos esfregando enquanto nos beijávamos novamente.
"Preciso pegar uma camisinha." Eu disse no meio do beijo.
Mas ela me disse que não precisava porque ela tomava a pílula. Eu nem sei descrever a felicidade que eu senti de saber que ia poder sentir ela por dentro pele com pele.
Ela abriu mais as pernas e eu me sentei nos meus joelhos, colocando a ponta do meu p*u na entrava da b****a dela. Eu fui entrando devagar, olhando o rosto dela o tempo todo. Era lindo ver como o rosto dela se transformava à medida que eu ia entrando. A boca dela ia ficando entreaberta e seus olhos iam se fechando enquanto um suspiro escapava de seus lábios. Aquela era a visão do paraíso.
Eu coloquei meu p*u até o talo e depois parei, só sentindo aquele calor sufocante e molhado do interior dela. Se eu morresse naquela hora, eu com certeza morreria feliz. Ally ficava contraindo e relaxando os músculos vaginais e aquilo me deixava louca. Eu comecei a entrar e sair devagar e deitei por cima dela, apoiando minhas mãos na parede para um melhor balanço.
Ally se segurava nas minhas costas e apertava e arranha a mesma enquanto eu ia aumentando a velocidade das estocadas. Nós nos olhávamos o tempo todo e eu tentava que ela visse nos meus olhos o quanto eu amava ela, o quanto ela era importante pra mim. E eu acho que estava conseguindo porque ela fez um carinho no meu rosto e sorriu antes de dizer:
"Eu também te amo."
Aquilo foi como música para os meus ouvidos. Eu não sabia se ela estava falando de um amor de irmã ou de um amor de mulher mas naquele momento eu nem me importei. Ela me amava e isso era o que interessava.
Eu beijei ela com de forma apaixonada e enquanto continuava me apoiando na parede com uma mão, usei a outra pra segurar a coxa dela e f***r ela com mais força. Ela gemeu na minha boca e as vibrações foram diretas pro meu p*u, eu estava louca pra gozar mas queria que ela gozasse primeiro.
Voltei a brincar com o c******s dela; dessa vez com o polegar; fazendo leves circulos nele enquanto rebolava um pouco com o p*u dentro dela. Ally virou o rosto e gemeu alto e eu fiquei beijando e chupando o pescoço dela enquanto continuava as estocadas firmes e ela logo gozou. Senti a b****a dela apertar meu p*u e apertei as duas coxas dela, dando apenas mais duas estocadas e gozando logo depois dela.
Tanto a minha respiração quanto a de Ally estavam ofegantes e nossos corpos estavam quentes e suados. Eu deitei em cima dela com cuidado e ela me abraçou, mexendo no meu cabelo enquanto nós tentávamos normalizar as nossas respirações. Ficamos um bom tempo assim, eu não tirei meu p*u de dentro dela e ela também não pediu para que eu tirasse, o que me deixou feliz.
Quando conseguimos recuperar o fôlego, Ally ficou alisando minhas costas e eu fiquei dando vários beijos pelo pescoço dela. Eu não me atrevia a dizer nada, não me atrevia a estragar ou terminar com aquele momento mágico. Eu queria ficar ali pra sempre, no abraço dela, sentindo o cheiro dela e seu toque.
Mas nada dura para sempre e logo tivemos que levantar e nos vestir, pois nossos pais tinham chegado e pelo barulho que estavam fazendo, vinham alegrinhos. E sempre que eles estavam assim, eles lembravam que tinham filhas e vinham atrás de nós para nos dar um beijo. Nos vestimos às pressas e eu já ia saindo do quarto dela quando ela segurou a minha mão, me fazendo parar.
"Eu amo você."
Ela disse, como se tivesse notado a minha incerteza na hora que ela disse aquilo e querendo deixar claro que realmente me amava. Eu sorri e dei um último beijo em seus lábios, antes de abrir a porta.
"E eu amo você."
Trocamos um sorriso confidente antes de fechar a porta e eu fui direto pro meu quarto, justo quando eles chegaram no andar de cima. Deitei na minha cama, escutando eles falando com Ally e esperando a minha vez de aguentar a bebedeira deles com um sorriso de orelha em orelha.
Ela me amava.
Aquilo foi a realização de um sonho e a certeza de que os meus dias de sonhar acordada haviam chegado ao fim.