— Camille? Camille por favor me desculpa eu não queria dizer aquilo é que...— Tento termina só que ela me interrompe.
— É O QUE NÍCOLAS? VAI FALAR QUE SAIU SEM QUERER OU QUE FALOU SEM PENSAR? — Cara ela está me irritando mesmo eu tendo culpa de tê-la deixada nervosa.
— Tem como cala a boca ou parar de gritar? Pergunto já nervoso.
— NÃO, NÃO TEM VOCÊ NÃO MANDA EM MIM. — Fala ela ainda gritando, cara ela pensa que eu sou oque? s***o, paro o elevador e fico a encarando, e por fim ela parou de gritar.
— Não vai ficar quieta não? — Pergunto e causo uma reação nela meio peculiar, então quer dizer que de uma certa forma eu mexo com ela, hum bom saber.
— NÃO, VOCÊ NÃO É NINGUÉM PARA MANDAR EM MIM. — Olho para ela com sobrancelha arqueada e com ironia, claro que sou alguma coisa dela.
— O que sou, sou seu marido e posso fazer você calar a boca rapidinho.
Colo meus lábios nos seus, prenso ela na parede do elevador a puxando pela nuca com minha mão, no começo ela ficou imóvel sem nenhuma reação depois ela correspondeu, ela logo se apressou puxando-me para mais perto pela nuca, desci minha mão a puxando-a pela cintura.
Sua língua adentrou a minha me fazendo puxa-la para mais perto, ela me beijou diferente dessa vez, minhas mãos subiram desceram para suas costas enquanto às suas formas para o meu pescoço, me causando arrepios fora do normal.
Camille mexe comigo!
...
Eu não acredito que eu fiz isso serio p***a eu não devia ter feito aquilo mais o pior é que eu não me arrependo de tê-la beijada, já estou a quase meia hora andando de um lado para outro pensando no que dizer sem magoa-la de novo, ai m***a isso só pode ser um sonho ou pesadelo tanto faz mais só queria acorda logo e o pior de tudo eu gostei de beijo dela e parece que ela gostou pois ela correspondeu.
Sigo para o quarto onde vejo a mesma deitada na cama com os olhos fechado, pego uma roupa e sigo para o banheiro, tomo um banho frio e demorado para tirar a tensão, saio do banheiro encontrando Camille ainda deitada porem com os olhos aberto, desde que saímos do elevador não falamos um com o outro, descido falar com ela pois não pode ficar essa tensão entre nós.
— Camille? — Chamo a mesma que olha para mim.
— Que? — Pergunta.
— Precisamos conversa. — Falo olhando seriamente para a mesma.
— Sobre? — Pergunta.
— Você sabe do que se trata. — Falo olhando-a com a testa franzida.
— Ok. — Fala ela levantando e sentando no meio da cama.
— Precisamos falar do que aconteceu no elevador claramente sobre o beijo. — Falo e engulo em seco pois de qualquer forma esse beijo mexeu comigo e sei que ela percebeu então pra que mentir.
— Tá mais vai falar oque que foi um erro, que fez aquilo no calor do momento. — Fala aumentando o tom de voz.
— Não Camille eu não vou falar que foi um erro, não sou mais nenhum adolescente que faz tudo no calor do momento, e outra eu não me arrependo de tela beijado e seriamente não acho que foi um erro. — Falo seriamente, sei que falei que foi um erro mais na verdade eu não acho que foi só queria que não tivesse acontecido.
— O que? Como assim? — Olho para ela e vejo a mesma pasma pelo o que eu disse, até eu ficaria, imagina Nícolas Grey o cara mais cobiçado por todas as mulheres e tem todas que quer e na hora que quer, gostado de uma só... Pera eu pensei nisso mesmo cara eu devo está delirando.
— É isso eu não me arrependo de tê-la beijado e ainda eu gostei e sei que você gostou também e também sei que causo uma reação diferente em você. — Falo.
— Ok espera deixa eu pensar você está gostando de mim? — Pergunta ela com a sobrancelha arqueada.
— Não eu não disse isso eu disse que gostei do beijo e que não me arrependo de tela beijada. — Falo e vejo sua feição mudar de um modo que eu não sei decifrar.
— Tá e oque isso significa? — Pergunta ela com a sobrancelha ainda arqueada.
— Eu não sei, só acho que a gente deveria se conhecer melhor já que vamos ter que nos aturar por 1 ano. — Falo e dou uma risada.
— Tá, mais porque você me beijou. — Pergunta com um sorriso convencido.
— Ué foi você que me provocou. — Falo dando de ombro.
— Eu? — Pergunta apontado pra si mesma.
— Sim você. — Falo.
— Quando foi isso que eu não lembro? — Pergunta cinicamente.
— No momento em que você duvidou de mim, então nunca duvide de mim. — Falo.
— Ok, me lembra de nunca duvidar de você. — Fala.
Pego umas coisas e vou para sala e abro o sofá cama e durmo ali mesmo.