13 Camille

897 Words
Paris uma cidade que sempre quis conhecer mais nunca tive oportunidade e depois que mamãe morreu não tive mais animo pra ir ainda mais sozinha, é claro tinha o papai mais devido ao trabalho ele não podia ir, mesmo ele sendo o chefe... Só que não acredito que estou na cidade do amor com uma pessoa que eu não amo mas é meu marido loucura não? Isso me deixa um pouco triste, sei lá só achei que se um dia eu viesse pra cá eu viria com a pessoa que eu amo, clichê né? Está ele pode ser a melhor pessoa do mundo pra se está aqui mais não sei por que estou feliz de estar aqui com ele só que não vou admitir isso pra ele, bom e triste por não está com o meu "grande amor" na cidade do amor. Fico olhando as farias casas, lojas, lanchonetes etc. passando diante de mim a aqui é muito linda não vejo a hora de explorar essa cidade linda. Sabe do por que essa ser um dos lugares que eu sempre quis conhecer? Porque a minha mãe me falava muitos da aqui ela falava de como a vista é linda da Torre Eiffel ou de como o Museu do Louvre, era magnifico quando ela falava desses lugares via-se um brilho no olhar dela que me encantava e um lugar que ela me disse que ela amo ir foi na Catedral de Notre-Dame ela me disse que quando ela e papai ficasse de férias nós iriamos todo para Paris. Quando eu era mais nova adorava ver mamãe e papai juntos era lindo como eles demonstrava amor um pelo outro os olhares deles um para outro era coisa mais linda, eu sempre disse que para mamãe que quando me casasse queria que meu casamento igual dela cheio de amor ela me olhava com carinho e dizia que mesmo diante da dificuldade eu seria feliz com a pessoa que eu amo, não entendia o que ela queria dizer com isso mas agora entendo. Muitas pessoas acharia isso muito f**o, mais eu sempre tive inveja do casamento de mamãe e papai mais é claro uma inveja saudável sem m*l nenhum, ela sempre me contava como ela conheceu papai e eu pedia várias e várias vezes para ela me contar e pensando agora entendo quando ela disse que mesmo diante da dificuldade eu seria feliz, pois ela passou por dificuldade no começo da relação dela de papai, ela me contou que conheceu papai quando ela tinha 19 anos ele 21 anos e ele trabalha de jardineiro para pagar a faculdade de Administração ela disse que admirava muito ele por trabalha pra pagar a faculdade e para ajudar a apagar a casa de repouso da avó acalma-se ele não internou a avó dele por que quis for por ordem medica pois nessa casa de repouso tinha tudo que ela precisaria para mantê-la viva pois ela tinha uma doença que não lembro o nome, mamãe dizia que toda vezes que ele iria trabalhar ela pega um livro qualquer e ficava na varanda de seu quando onde dava vista para o jardim e para o jardineiro (kkkk) imagina desde nova minha mãe já era s****a, bom o tempo foi passando eles foram conversando até que eles começaram a descobrir o amor que ambos sentiam e começaram a namorar mais é claro que nem tudo são flores né? Sempre tem um alguém ou alguma coisa para estragar, minha mãe disse que meu avó não apoiava a relação deles e que ele achava o meu pai queria só aproveitar de e do dinheiro...é meu avô era cabeça dura depois de muito tempo e de muitas coisas que aconteceu ai sim ele viu que eles se amavam, ele terminaram os estudo depois se casaram ai tiveram eu, bom não vou dar mais detalhe sobre o casamento dos meus pais pois a história é longa mesmo minha mãe ter vivido pouco mas o que eu posso dizer é que ele foram muito feliz. — Camille...Camille. — Saio dos meus devaneios com o Nícolas me chamando. — O que foi? — Pergunto. — No que você tanto pensa? Pera deixa eu adivinhar. — Finge dá uma pausa. — Ian Somerhalder, Grant Gustin e no tal de Zac Efron acertei Camille? — Pergunta com um certa raiva e ironia. — O que você tem em? Meu Deus nós nem somos casados de verdade então não precisa ficar com todo esse seu ciúme. — Falo já brava. — Oque? quem disse que estou com ciúmes de você? — Pergunta claramente nervoso. — Sei não está com ciúmes né? — Pergunto com uma certa ironia. — Por que eu estaria? você como um ninguém para mim. — Assim que ele terminou de fala eu sai do carro em frente ao o hotel onde nos iriamos nos hospeda. Desnecessário isso que acho não precisava de ele falar, ai que raiva. — Camille...Camille.— Fala ele mais fingiu não ouvir não estou afim de falar com ele, ele para de falar e vai pegar a chave do quarto, ai meu deus o Quarto me esqueci deste detalhe mais uma coisa eu sei eu não vou dormi com ele não na mesma cama, ele pega a chave e vamos direto pro elevador, por um momento ele fica quieto até que ele resolve abri essa m***a de boca. — Olha me desculpa. — Fingiu nem ouvi, só que ele me vira e me prensa na parede segurando meu braço. — Camille? Camille por favor me desculpa eu não queria dizer aquilo é que...— Não o deixo termina. — É o que Nícolas? Vai falar que saiu sem querer ou que falou sem pensar? — O que dá no mesmo. — Tem como cala a boca ou parar de gritar? Pergunta já nervoso. — Não. não tem você não manda em mim. — Falo ainda gritando, do nada ele para o elevador e fica me encarando, aí como não pesar é meu fim. — Não vai ficar quieta não? — Ele me pergunta de um certo jeito que me arrepiou e claro que ele percebeu Que m***a. — Não, você não é ninguém para mandar em mim. — Ele levanta a sobrancelha com uma certa ironia, está eu sei que estamos casados mais sei lá, affs. — O que sou, sou seu marido e posso fazer você calar a boca rapidinho. — Duvido, prove. — Falo
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