"A primeira vez de Aslan e Çagla"

1021 Words
A conversa Aslan e Çagla parece não ter fim. - Não vejo a hora de começar a trabalhar na Segunda-feira. Esse é meu primeiro emprego. - Por que não trabalhou antes? - Eu morava numa cidade pequena, do interior da Turquia e lá não havia muitas oportunidades. - Onde você morava? - Konya. - Como você veio? Carro, ônibus, avião.. - Avião (ela ri) Levei mais de nove horas no ônibus, para estar aqui, nessa cidade maravilhosa que é Istambul. - E seus pais? - Só tenho pai e madrasta. Minha mãe morreu eu tinha 5 anos. - Sinto muito Çagla. - Mais tenho 4 irmãos menores de 08, 12, 14, 16 anos. - Mesmo. Vai sentir falta deles. - Certamente. Os olhos de Çagla se enchem d'água. - Eu não queria aborrecê-la, não fique assim, vou me sentir culpado. Çagla limpa as lágrimas. - Jurei para eles que não ficaria assim e não ficarei. - E mesmo porquê Çagla, você sempre poderá revê-los quando quiser. Çagla se entristece novamente, só que agora por dentro, ela sabe que não poderá ver novamente seus irmãos. Pois não há mínima chance dela voltar a Konya. A conversa entre eles no almoço foi agradabilíssima, Aslan e Çagla seguem para o carro e o perfume que ela usa volta a tirar o equilíbrio dele. Aslan recebe algumas mensagens que resolve ler antes de entrar no carro.Ao entrar no carro, Aslan não consegue mais esconder seu desejo e sem medir as palavras vai logo ao ponto. - Çagla você é uma mulher extremamente linda e cheirosa. Eu não sei que feitiço você me colocou, mas eu estou encantado por você. Você é bruxa? Çagla sorri novamente e Aslan para o carro para olhar. - Faz amor comigo? - Não sei se devemos. Nos conhecemos ontem. O que vai pensar de mim. - Que você é uma mulher linda que me enfeitiçou. O olhar de Aslan é penetrante e implora. - Eu sei que te atraio. Passa a noite comigo Çagla? Çagla não consegue responder e então Aslan a beija, sem que ela demonstre qualquer resistência.  Após o beijo Aslan sorri para  Çagla, imaginando que ao satisfazer seu desejo, nunca mais pensará nela. Mas o que ele não imaginava, era que o destino havia colocado, aquela mulher em seu caminho, para que ela o completasse e fizesse dele o homem mais feliz da face da terra. - Estou tensa. - Não é a sua primeira vez, é? Çagla sacode a cabeça negativamente, sorri em seguida, pois desde 16 anos que mantém relações sexuais. A primeira vez foi muito estranha, porque foi sem sentir qualquer prazer, já que foi com um coleguinha de escola, numa sala vazia em cima da mesa. Ela tinha 16 e ele 14 anos apenas. A segunda vez foi com o sobrinho do vizinho, que veio passar as férias em Konya. Ele detestou o lugar e disse que jamais voltaria ali. Cumpriu a promessa mas antes disso, pulou diversas vêzes a sua janela de Çagla, lhe dando muito prazer. As outras vêzes aconteceram naturalmente, numa viagem, num passeio, até na saída do metrô.  Nossa como fazer sêxo era bom, sempre me ajudou a desestressar e agora eu estava ali diante daquele homem, que com certeza já dormiu com centenas de mulheres, sem saber o que fazer. - E se ele não gostasse de mim na cama?  Pensou Çagla insegura. - Que insegurança boba, azar o dele se ele não gostar.  - Será só essa trepada e nunca mais. Afinal iremos trabalhar juntos e lá no escritório seremos apenas profissionais. Subindo as escadas que levam para o quarto, muitas perguntas começam a invadir a mente de Çagla. - Será que estou fazendo é certo? - Mas o que eu estou falando? Só de pensar nesse homem, minha calcinha fica toda molhada. Quero dar pra ele e quero dar muitoooo. Çagla sobe a escada lentamente, enquanto Aslan pagava o chequinho. - Demorei? Disse Aslan já enfiando a chave na porta e puxando-me para dentro. - Quase nada. - Estou cheio de t***o por você princesa. Vou t*****r até não ter mais forças. Çagla sorri e ele a beija, colocando suas mãos em sua b***a. Sem deixar de beijá-la nenhum momento, Aslan caminha junto com Çagla e deitam na cama. - Ai gostosa. Linda. Aslan esfrega sua ereção sem parar, por cima da roupa de Çagla. Çagla por sua vez passa mão no pênis de Aslan, apertando-o devagar fazendo delirar. - Tira ele pra fora e chupa. Ele sai de cima dela e Çagla desabotoa a sua calça, tirando para fora um mastro de uns 22 ou 23 cm. - Será que aquilo tudo entraria dentro dela? Afinal ela nunca tinha transado com um homem, tão bem dotado como Aslan. Os lábios de Çagla, tocam glande de Aslan que geme de prazer. - Uau que boca gostosa é essa que você tem? Ela sorri e continua o sêxo oral quase  levando a ejacular. - Para. Não quero gozar agora. Vem cá. Ele chega mais para baixo e coloca os pés no chão e ela fica em pé perto dele. Ele a vira e abre seu vestido, que cai no chão, deixando apenas Çagla de calcinha e para sua felicidade sem sutiã. - Nossa que s***s lindos ela tinha! Seus lábios foram de encontro a um dele e sua mão segurou o outro. Ele a deitou lentamente, abrindo-lhe a perna e massageando seu c******s, enquanto beijava-a. A boca de Aslan estava desejosa pelo sêxo dela e sua língua penetrou-a e seus dentes mordiscaram suavemente seu c******s. - Que delícia. Não para! Não para. Çagla sussurrava e Aslan permanecia a sugar o c******s de Çagla, até que ela se se contorce na cama de tanto prazer. - Agora é sua vez de deitar. Ele obedeceu e ela montou como uma égua no cio, em cima de seu enorme mastro, subindo e descendo e ao mesmo tempo gemendo, deixando-o louco de tanto prazer, como jamais ficou com outra mulher. - Uau que delícia Çagla. Vai pula mais. Çagla continua os movimentos de vai e vem, que faziam Aslan gemer desesperadamente.
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