Tiago O olhar de Luísa queimava em minha camisa, uma chama hesitante que lutava contra o medo em seus olhos. A confiança era uma miragem entre nós. No entanto, a atração era um fio invisível que nos conectava, tecendo uma tensão palpável no ar. Segurei seu queixo, forçando-a a erguer o rosto, e a beijei com uma brusquidão possessiva, testando seus limites. A pressão de nossos corpos contra a parede era eletrizante, uma faísca em meio a um campo minado de ressentimento e desejo. Aprofundei o beijo, minha boca explorando a sua com uma fome que mascarava minha própria insegurança, enquanto meus lábios desciam por seu pescoço, chupando e mordendo a pele macia, prendendo-a contra a parede com a força das minhas mãos em suas coxas. Um gemido hesitante escapou de seus lábios, misturado a um

