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Até o fim de nossas vidas: CEO

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Canadá, 29 de janeiro de 2010. Aos 20 anos, a canadense Sarah Robbins: uma jovem estudante com a vida simples, conhece o irlandês Chris Riggs: um rapaz frio, atraente e sedutor que vai virar seu mundo de cabeça para baixo. Um relacionamento entre eles é improvável, já que vivem em mundos completamente diferentes. Mas, depois de grandes encontros e desencontros uma grande amizade vai surgindo e nasce, então, uma relação explosiva, de paixão e cheia de adrenalinas. Você daria uma segunda chance ao amor da sua vida?

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Onde tudo começou…
Senhoras e senhores, convido-lhes a embarcar nessa profunda e intensa história que eu chamo de amor, mas dou-lhes a liberdade de chamar como quiserem, baseada em fatos reais. CAPÍTULO 1 - ONDE TUDO COMEÇOU Canadá, 29 de janeiro de 1990, mais precisamente, 19:27 pm. Lá estava eu, em uma rua deserta, voltando da casa de uma amiga. Virei a cabeça para cima, olhando para o céu sem nuvens, sabe, um daqueles momentos que se passam um turbilhão de sensações, geralmente o momento que eu costumo refletir sobre minha vida, meu futuro e todas as aquelas inseguranças que adquirimos depois da tão sonhada maioridade. Temos o costume de achar que ao completarmos 18 anos, nossa vida mudará pra melhor, mas ai que se enganamos, junto dela vem as responsabilidades, e o resto vocês já sabem né!? Mas, chega de enrolação, faltando exatamente 2 quarteirões pra eu chegar em casa, uma picape Ford que estava vindo em minha direção começou a diminuir a velocidade, nesse instante, já bateu o desespero, mas tudo que eu podia fazer era manter a calma. Até que eles pararam a caminhonete na minha frente. - entra entra no carro - era o que um dos caras dizia Nesse momento fiquei em êxtase, não sabia o que fazia, se obedecia, se corria, se gritava… E surgiu aquela luz no fim do túnel, aquele 1% de esperança… era outro carro, de duas uma, ou era comparsa deles ou alguém que poderia me ajudar. Então, comecei a gritar por socorro: - socorrooo, socorro, me ajudaaaaa! Exclamei eu ; Então , o carro foi parando e pra minha surpresa era o moço que morava em frente casa do meu tio , ele era o filho de um empresário , sempre tive um crushizinho nele … - o que está acontecendo ? Indagou ele ; - desesperadamente expliquei - esses caras estão querendo me obrigar a entrar no carro deles ; Depressa ele desceu e começou a discutir com eles , quando um deles ameaçou de pegar uma 39 que estava no porta luvas . Olhamos um pro outro e corremos pro carro dele, estávamos lutando contra o tempo , mas , pelo menos eu já não estava mais sozinha. Conseguimos sair dali, foi um baita susto, mas deu tudo certo. Depois de longos suspiros, ficamos calados até chegar no quarteirão da minha casa . - muito obrigada por me livrar daquela situação, já estava sem saída e eu só conseguia pensar no pior, já tinha até começado a pedir perdão pelos meus pecados … - Rimos os dois - Ele continuou calado, e começou a me encarar sorrindo … depois de longos dois minutos, ele abriu a boca - não podia deixar você sozinha naquela situação, vai contra meus princípios e com tudo que eu acredito. Eu já não sabia mais o que falar. Então, chegamos na porta da minha casa … - mais uma vez, muito obrigada, eu não sei o que seria de mim se você não estivesse aparecido. - … - não há de quê - disse ele - … ahhh já ia me esquecendo, prazer Sarah Robbins! - que nome lindo, Sarah me lembra princesa … Nesse momento, eu não sabia o que falar, meu estômago se encheu de borboletas, mãos começaram a formigar e suar, era um sentimento bom … por mais que se assemelhasse a ansiedade. - mas e você, qual seu nome? Com a voz trêmula, minha única reação foi perguntar seu nome de volta. - Hahahhaha perdão, acabei esquecendo de me apresentar também, prazer Chris Riggs! Como eu disse antes, eu já tinha uma quedinha por ele, mas eu não sabia seu nome, o máximo que eu sabia era o que meu tio já havia comentado. - foi uma satisfação lhe conhecer ! - disse ele - obrigada pela carona! Boa noite! Eu não podia deixar tão explícito e na cara que eu tinha uma quedinha por ele, ou quedona? Não sei, nem sei porque senti aquilo tudo dentro do carro. Então, abri a porta do carro e descendo observei que ele continuava com aquele olhar bobo, sorridente, sedutor, cara de cafageste mesmo hahahah . Eu tava toda sem graça, não sabia como reagir naquela situação, afinal , era meu crush. Nesse momento eu já não sabia quem tinha o crush em quem, na verdade, nunca tinha parado pra o ver direito, ele tem os cabelos lisos, grisalhos, curtinho, olhos castanhos escuros, foram as únicas coisas que eu consegui observar, já que ele estava me encarando descaradamente. Fechei a porta do carro e fui a caminho da minha casa, e então ele grita : - SARAAAHHH, VOLTA AQUI!!! - oiiii ! Lá vinha ele na minha direção: - você esqueceu seu celular no banco do carro - Meu Deus, como eu sou desatenta. - mas afirmo a vocês que foi o nervosismo, coração acelerado, e as longas trocas de olhares que me fizeram apenas seguir e não olhar pra trás … Ele pegou minha mão e botou meu celular … me puxou e me deu um abraço. Juro que eu fiquei sem entender e sem reação … coração errou as batidas rsrsrs Me perdi naquele abraço aconchegante , naquele perfume, naquela mãos e braços me abarcando como se fossem segurar o mundo por mim … ahhh como eu queria eternizar aquele momento . É uma pena que tudo que é bom acaba. E então, ele me soltou, e falou: - seu coração tá batendo muito rápido, você está tremendo. Tá acontecendo alguma coisa? Como eu ia explicar o que tava acontecendo se nem eu sabia ??? Nunca amei ninguém, o máximo que eu já tive foram paixonites passageiras, e nunca me fizeram sentir tudo aquilo. Ligeiramente eu respondi - só estou com um pouco de frio - Ele tirou o casaco que estava vestindo e me cobriu. Começou me ganhando… um grande cavalheiro - não estou com frio, você deve estar em choque com tudo que aconteceu, então pode ficar com ele, em uma outra oportunidade você me devolve. - tudo bem! - foram as únicas palavras que saíram da minha boca. - tchau ! - se despediu ele E mais uma vez ele foi me abraçar e acabou que …

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