— Ele não é o pai. Garantiu ela, tentando acalmar os nervos. — A vida dele depende de ele não ser o pai. — Você não pode passar a vida decidindo quem vive ou não, Alexandre. Não é assim que as coisas são. — Você ainda está defendendo aquele desgraçado? Ele perguntou desconfiado. Maya levou as mãos à barriga. — Mila... Ela começou, mas parou ao ver os dedos do irmão se mexendo. — Devíamos chamar o médico! — O quê? — Ele mexeu os dedos, o nosso irmão mexeu os dedos! Minutos depois, vários médicos examinavam o magnata, e um deles conseguiu sorrir. — Há atividade cerebral constante. Ele está evoluindo. Comentou o médico em inglês. — Ele vai se recuperar, certo? Questionou Maya. — Não posso garantir isso. — Meu irmão vai acordar, tenho certeza. O médico sentiu empatia pela jovem gr

